domingo, 8 de fevereiro de 2009

Canções de ninar: a corujinha

A gente estuda pra vestibular, passa. Provas e mais provas... estuda, estuda... namoro começa e termina a gente ri e chora em momentos que permanecerão para sempre...

- Por favor, DEUS, me arruma um estágio...

Estágio, bolsa, somos o máximo. Trabalha, estuda, trabalha, estuda... bóra estagiário... alimente os macacos que foram treinados para ir a lua e não toque em nada...

Distribui currículo, tenta outro estágio, faz prova pra mestrado... passei? Será? E se não... E se sim...

Trabalho, salário... mundo adulto pleno. Compra casa, compra carro, sou responsável; o que fiz, o que deixei de fazer. Fiz muito em minha existência; joguei minha vida fora... Alegria, vastidão ou crises. Somos o produto de tudo isso.

Ai vem o momento sublime de nossa existência: nosso filho. Como vou contar pra ele sobre tudo isso que a gente passou? Como conduzi-lo ao nosso existencial social e ao mesmo tempo mostrar que tudo isso é importante mas não é o mais "importante". Que ele é um exemplo claro do que é um motivo a felicidade como conceito e não mero momento.

Mudando um pouco o rumo da prosa. Ultimamente a gente ouve músicas e mais músicas buscando os primeiros repertórios para o Nathan. Pra sorte ou para o azar dele quem escolhe esta lista serão os pais dele. Pra falar a verdade, o que nos tem encantado é o que nós ouvimos quando éramos crianças-verdade, puxamos sardinha para o nosso lado- aí vem: arca de Noé, os saltibancos, plunct, plact, zoom; etc e tal.

De certa forma, confesso que ao ouvir estas músicas, depois de décadas é muito emocionante e nos traz sentimentos muito bons. A gente sente uma contração diferente no peito. Tem um embargo que nos flagramos, olhando para os lados pra manter nossa fama de "fortes".


Segue um vídeo que achamos no you tube (grande instrumental pra gente recordar nossos momentos). Gosto de pensar em uma das musiquinhas que vamos cantar para ninar o Nathan antes dele se entregar aos "braços de Morpheu".

Bração a todos...


sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Literatura: vovô Augusto e vovó Rosa fazendo os "meninos" estudarem

Desde os primórdios de nosssa existência (acho que já usei esta sentença antes...), lembramos de nossos pais nos enchendo os ouvidos para estudar. Eram aquelas horas mais impróprias: você estava no meio de choques entre carrinhos simulando um acidente com o "Chip's" logo atrás para fazer uma investigação de trânsito (ehhh, década de 80); era no meio daquele jogo de banco imobiliário onde você, seguindo as regras ou não, já estava rico e vendo a cara de desespero de seus amigos e irmãos mais novos. Enfim, lá estava sua mãe ou o seu pai com os cadernos e livros na mão, cara de poucos amigos, esperando que você finalizasse a tarefa do dia.

Ai crescemos mais um pouco e vemos, de novo, nossos pais em uma insistência heróica:


- Já leu o livro que a professora mandou? Olha que a prova é daqui a 20 dias! Como se a gente não conseguisse ler o livro faltando uma semana para a prova ou mesmo na noite anterior a dita cuja (mentira, a gente não ia conseguir ler nem se a prova fosse daqui a 2 meses).
De tanto eles insistirem, chega um momento que um dos livros da professora, as revistinhas, o livro que sua tia te emprestou; tudo começa a ter sentido e ser mais divertido. Pronto! Mais um leitor neste mundo e mais uma esperança de gente que pensa ante a tantos que trocam os atos de crescimento verdadeiro por novelas e reality shows de quinta categoria.
Seguindo a tradição, nossos pais - Augusto e Rosa - resolveram "pôr" seus filhos para estudar de novo. Nos encheram com literaturas variadas. O objetivo, claro, é nos aperfeiçoar na missão daqueles que vão estar com os cadernos e livros na mão para fazer um menininho Nat estudar...
Beijão
A.










Já lemos quase todos. Nada como a velha ciência para diminuir a ansiedade e pincelar de assuntos nossas longas conversas.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

1(um) aninho de Arthur: nosso sobrinho esta cada vez mais bonito!!!

Como prometido gravamos e editamos o vídeo da festa do primeiro aninho do nosso sobrinho amado, Arthur C. Willer. Papai, mamãe e vovó Fátima preparam uma festa muito linda com direito a muito bolo, doces e bagunça para a meninada - e os pais da meninada- presentes. De tudo um pouco, até vovó Rosa voltando a infância para brincar com o neto.

Parabéns Arthur!!! Dos teus tios, primo, vovôs e vovós que te amam.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dia do exame: emoções clínicas e aeroespaciais para o Nathan

Até hoje estamos tentando formular uma explicação plausível dentro da física ou da antropologia pra entender como aconteceu. No dia da consulta com o gineco/obstetra, rotinas normais de nosso momento; ao sair do nosso prédio, Erika leva um tombo para desespero deste que vos escreve. Não tropeçou, não foi empurrada ou empurrou, em nada esbarrou; simplesmente caiu com a graça de uma mamãe com seu centro de gravidade mutável dia após dia. Em tempos passados, Erika já me deu alguns sustos com essas quedas, nada que sua agilidade de karateca não levasse a nenhuma consequência a não ser a minha pressão em 18:12... até ai tudo bem. O fato é que durante a gravidez isso nunca tinha acontecido. Refletia sobre o poder da maternidade que modifica até os nossos atos desastrados cotidianos: "Olha só meu amor, você não cai mais de madura". Falei cedo demais . Lá se foi Erika ao chão. Desta vez, no entanto, para proteger a barriguinha e seu filhote, ela não pode usar as técnicas aprendidas com o Sr. Miyagi do Karatê kid; "ralou" o joelho e rasgou um pouquinho aquele tradicional macacão de grávida ... Ópaió;



parece joelho de menino depois de estrepulias....

Faz biquinho não!!! Eu e Nat cuidamos de você!!!

Depois do susto, fomos a consulta. O médico ficou impressionado com o tamanho da barriguinha. Prognosticou que o Nat vai nascer grandão. No mais, tudo certinho e correndo as mil maravilhas. No dia 27 de janeiro vamos fazer o exame de Doppler e publico o vídeo para vocês verem como nosso menino esta lindo.
Beijão
A.N.E

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Barriguinha de 33 semanas: Nat Giant

Mantendo a tradição, não muito regular, vamos registrar a barriguinha de 33 semanas. Estamos naquela fase em que a Erika vai ao banheiro toda hora (dizem que o Nathan usa a bexiga como brinquedo... será?), tem que se alimentar aos pouquinhos e várias vezes para evitar a azia e, principalmente, sabe aquela emoção toda de sentir o Nathan mexer e dar seus pulinhos? Pois é, neste momento a gente esta na fase, de vez em quando, de falar com ele pra ele ficar quietinho por que a mamãe tá trabalhando, querendo ver um filme, conversando, tentando dormir, etc... o menino não para!!! Eu falo para Erika que treinamento Jedi exige constância e o Nathan leva muito a sério sua missão. Infelizmente ela não pode passar o ovinho pra mim (apologia aos Pinguins imperadores) e ela é que tem que vislumbra as peripécias de Nat. Pra nossa sorte, não é sempre que funciona, quando eu coloco minha mão sobre o ventre de Erika, o Nathan dá uma paradinha. É o sinal Jedi para o descanso e a reflexão sobre a missão de harmonizar a Força (aprendi com mestre Yoda quando eu fui treinado).

Beijão a todos

























quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tia Mariana Vilani: O Nathan fez uma professora aprender uma nova habilidade

Bom, pode parecer prepotência da nossa parte, mas o conjuntinho de crochê (ou será tricô? desculpem a ignorância...) foi feito pela minha queridíssima tia Mariana Villani, lá de Porto Alegre. Até onde vai meu conhecimento, ela não fazia este tipo de trabalho tão lindo mesmo tendo variadíssimos talentos. Fiquei sabendo que ela aprendeu e, na minha imaginação de sobrinho, penso ser uma bela homenagem ao Nathan. Tia Mariana, vó Iva-"in memorium", tio Paulo e meus primos eram o sonho dourado de nossas bagunças no final do ano. Claro que me reporto aos deliciosos anos 80, no tempo que alegria pra menino era reunir a "tchurma" para tocar a zona... Nossa tia, quanto trabalho a gente deu pra vocês. Tia Mariana é professora e psicopedagoga. Uma sábia entre nós. Quando eu era pequeno a admirava não só pela sua inteligência, beleza e simpatia. Lembro-me das conversas e risadas com meus pais e o jeito como eles discutiam determinados assuntos. Acho que aquilo me influenciou muito para aprender e um dia, quem sabe, pudesse conversar de igual com aqueles caras que falavam bonito e exibiam uma vernácula distrinchando assuntos de política, economia e sociedade como poucos vi ou ouvi em retórica.
Beijão Tia Ma, tio Paulo e meus primos (Léo, Henrique e Gustavo) saudade de vocês!!! Esperamos vocês aqui em Brasília...


Ela mandou estas roupinhas para o Nat ficar bem quentinho!!! Muito obrigado!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Gravidez: retrospectiva das 9 as 30 semanas

Fiquei cansado de ir - post por post- para ver a evolução da barriguinha de grávida da Erika. Indo de encontro as novas formas de mídia e exigências da atualidade, juntei um monte de foto, coloquei na sequência e fiz a apresentação abaixo. Agora ficou mais fácil presenciar uma das mais importantes fases de nossas vidas. A medida que a barriguinha cresce a Erika vai perdendo as roupas e restringindo o guarda roupa. Tudo bem, faz parte do jogo. Bonito é ver, semana a semana, antes da gente sair, aquela montanha de roupa em cima da cama até que ela decida uma que se encaixa as novas formas corpóreas. Bonito!!!!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Felicidade contagiosa

Estudo mostra que a felicidade pode ser contagiosa
Pesquisadores indicam que, se você está feliz, esse sentimento pode ser disseminado às pessoas com quem você convive, direta ou indiretamente
Simone Tinti

Com certeza, o que você mais quer para seu filho é que ele seja feliz. Mas, você sabia que, para isso, em primeiro lugar, você também precisa estar feliz? Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal, mostra que a felicidade é contagiosa. De acordo com os pesquisadores das universidades de Harvard e da Califórnia, nos Estados Unidos, a felicidade de uma pessoa pode ser “propagada” para quem está direta e indiretamente próximo a ela. Ainda segundo eles, até mesmo os amigos de amigos são influenciados por esse sentimento. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores avaliaram mais de 5 mil adultos de 21 a 70 anos de idade, moradores da cidade de Framinggham, em Massachusetts, Estados Unidos, entre 1971 e 2003. A pesquisa determinou, ainda, que a proximidade geográfica é essencial. Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros também está feliz. O mesmo acontece com casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de 1km (14%) e vizinhos (34%). Já essa ligação não foi verificada entre colegas no ambiente de trabalho. Isso significa que o contexto social pode, sim, afetar na propagação do sentimento de felicidade. “O stress, tradicional no ambiente profissional, atrapalha essa interação. Mas é só observar esses mesmos colegas em uma happy hour para perceber como a atmosfera muda”, diz a psicóloga Maria Aparecida das Neves.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Presentes ao Nathan: mimos de Suzano (SP)

Ficamos muito felizes ao receber os presentes que vieram lá de Suzano (SP) de nossos tios, primos e avós. Valeu Vó Hilda, tia Rose e tio Pedro, Mariane e priminho.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Barriguinha de 30 semanas: nosso amado alien

Para mudar aquela história de fotos da barriguinha sempre do mesmo jeito, resolvemos enfatizar outras situações envolvendo a primeira residência de Nathan: o útero sagrado da mãe dele.

O Nathan tem seus momentos agitados e deve estar tão grandão! Olha só o que ele faz na barriguinha da Erika! Bom, para alguns pode parecer um movimento discreto; pra nós, papais, é um salto olímpico sincronizado com marcas de record mundial!!!
Beijão a todos