sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Literatura: vovô Augusto e vovó Rosa fazendo os "meninos" estudarem

Desde os primórdios de nosssa existência (acho que já usei esta sentença antes...), lembramos de nossos pais nos enchendo os ouvidos para estudar. Eram aquelas horas mais impróprias: você estava no meio de choques entre carrinhos simulando um acidente com o "Chip's" logo atrás para fazer uma investigação de trânsito (ehhh, década de 80); era no meio daquele jogo de banco imobiliário onde você, seguindo as regras ou não, já estava rico e vendo a cara de desespero de seus amigos e irmãos mais novos. Enfim, lá estava sua mãe ou o seu pai com os cadernos e livros na mão, cara de poucos amigos, esperando que você finalizasse a tarefa do dia.

Ai crescemos mais um pouco e vemos, de novo, nossos pais em uma insistência heróica:


- Já leu o livro que a professora mandou? Olha que a prova é daqui a 20 dias! Como se a gente não conseguisse ler o livro faltando uma semana para a prova ou mesmo na noite anterior a dita cuja (mentira, a gente não ia conseguir ler nem se a prova fosse daqui a 2 meses).
De tanto eles insistirem, chega um momento que um dos livros da professora, as revistinhas, o livro que sua tia te emprestou; tudo começa a ter sentido e ser mais divertido. Pronto! Mais um leitor neste mundo e mais uma esperança de gente que pensa ante a tantos que trocam os atos de crescimento verdadeiro por novelas e reality shows de quinta categoria.
Seguindo a tradição, nossos pais - Augusto e Rosa - resolveram "pôr" seus filhos para estudar de novo. Nos encheram com literaturas variadas. O objetivo, claro, é nos aperfeiçoar na missão daqueles que vão estar com os cadernos e livros na mão para fazer um menininho Nat estudar...
Beijão
A.










Já lemos quase todos. Nada como a velha ciência para diminuir a ansiedade e pincelar de assuntos nossas longas conversas.

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