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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Domingo no eixão

Tem sempre aquela cena clássica da gente levantando de manhã cedinho no domingo- sim! Acreditem jovens, existe domingo de manhã- ao som da viola do Globo Rural e reverenciando o som em uma saída para nossa vizinhança, no caso o famoso eixão do lazer em Brasília.

Lá vai pai, mãe e Nathan feliz e contente para sua aventura de primeira infância.













Aproveita meu filho, quando os trabalhos e estudos começarem, domingo de manhã, misteriosamente; deixa de existir.

Ahhh. Com vocês o discurso do futuro presidente do Brasil:




quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Olhos de Bila: o que você poderá ver?


Dentre todos os chamegos, apelidos carinhosos e expressões da Erika; um me despertou especial atenção: "menininho olhos de BILA"... Pra começar que eu não sabia o que era bila (inteligência também é admitir a ignorância). Contexualizando, uma grande amiga nossa - a Marcinha- perguntava sobre como estava o Nathan com o aposto: "menininho olhos de Bila".
Lá vamos nós (lê-se: eu) buscar no velho e digitalizado Aurélio (que Deus o tenha) sobre o que significa BILA
Bila, gude:
1.Jogo infantil em que se procura fazer entrar em três buracos bolinhas de vidro, ou os carocinhos pretos do fruto do saboeiro, ganhando o jogador que chega primeiramente de volta ao primeiro buraco: “Raul brincava sossegado com as bolas de gude” (Lia Correia Dutra, Navio sem Porto, p. 171).
2.Bolinhas de vidro, etc., usadas nesse jogo. [Sin. ger.: baleba, bilosca, birosca, bolita, búraca, búrica, cabiçulinha, firo, peteca, pirosca, ximbra e (lus.) berlinde e bute.]
Ahhh, olhos de Bila... entendi... uma clara referência aos belíssimos olhos azuis de nosso garotinho! Ok, ok... dirão os incrédulos: "pai coruja (isso com certeza, até por que é o bicho que me representa, sabe quem me conhece); seguem algumas novas imagens para mostrar o quão belo são os "olhinhos de Bila" do nosso molequinho. Que por toda a sua existência possa ver o mundo com a beleza que teus olhos naturalmente exibem.







sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Entrando na rotina... será?

  1. Finalmente as coisas estão entrando nos eixos e as rotinas estão virando rotina. Só tem um porém: agora que o Nathan está do lado de fora da barriga não sobra mais nem um minutinho para postar no blog.
  1. Ele acorda muitas vezes de madrugada e agora que está muito seco, acho que ele fica com sede de noite, o nariz entope, sei lá.. fato é que, não importa quantas vezes ele tenha acordado durante a noite, lá pelas 6 da manhã ele tá ligadão e querendo conversar.
  1. Como faz pouco que voltamos a trabalhar, ele ainda sente a nossa falta e quando chegamos em casa no fim do dia, é um grude só! Quanto a mamar nem se fala! Quando chego em casa ele quer ficar no peito, mesmo que não esteja mamando de verdade. Tem hora que ele fica brincando comigo e até rindo, mas não solta do peito.
  1. E assim vai até ele não aguentar mais de sono e se entregar a Morfeu, mas aí já é passado das 8, quase 9 e não sobra muito tempo pro resto, já que a jornada começou às 6 da matina. Aí, é tomar banho, lanchar, assistir uma série ou ler um pouco e o sono já fica insuportável.
  1. Não vejo a hora do Nat começar a escrever pra ele mesmo atualizar o blog...até lá, não posso prometer assuduidade por aqui! Vai ser assim, num momento de inspiração, aqui no trabalho, rapidinho...

sábado, 4 de abril de 2009

Olha a semelhança

Eu sei. Tem aquele discurso revoltado das mulheres que carregam, nutrem e amam intensamente aquele montinho de células até formar aquele bebê tão esperado, idolatrado, querido e... A CARA DO PAI!!! HEHEHEHEHEEHEHEHEHEHEH. Eu sei. Sua revolta tem justificativa. Por mais que o papai seja participativo no processo e, tirando algumas viagens (pra não dizer um pouco de viadagem) psicológica do tipo: "eu enjoei junto com minha esposa (ou enchi a taca de comer torresmo e meu fígado foi pra baila)" ou "eu sinto meu filho dentro de mim como se eu estivesse grávido (e quem disse que adulto não precisa de vermífugo)" ou "olha como minha barriga aumentou como o da minha esposa (ou que bela desculpa pra justificar a cerveja e o sedentarismo)"; no final somos aqueles que brincamos, nos divertimos e, quando temos sorte, não é que o menino sai a nossa cara!!! Ó pa i Ó.

Este ai em cima sou eu. Tem mais fotos desta data na seção de fotos (1975)

E como a vida é cíclica, olha o Nathan

Mais uma para confirmar que o menino sai igualzito ao pai (é uma música lá do Sul)!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Papo Sério: tem dia que a gente senta pra conversar




Há momentos que precisamos conversar. Não precisa de assuntos definidos ou a justificativa de grandes decisões. Precisamos apenas conversar. O papo pode rolar solto sem muito rumo. Que possamos dar risada da discórdia ou da concórdia. Esta fase ainda é boa. Eu falo muito, eu sei, mas ele ainda é novo demais ou tem paciência com seu pai pra ouvir

Tá certo que, vez em quando a cabeça cansa. Acho que ele não está "boring" apenas não há um desenvolvimento pleno da musculatura pra aguentar com a cabeça erguida um longo discurso. Ainda bem que Nat não é filho de Fidel...
No final, a gente se olha... se entende e bem... descansa. Afinal, tem hora pra tudo.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Primeiras Vacinas: me agulharam o dia inteiro!

Este dia foi de lutas e sacrifícios ao pequeno Nat. De manhã, agulhadas no seu pé extraindo "litros" de sangue (o famoso teste do pezinho) a tarde a BCG e a VHB. Depois de muito choro, o garoto enfrentou com dignidade. Tá certo que não terminou com o rigor de um gentleman, mas ele merecia. Vejam o vídeo e vocês vão entender.

domingo, 8 de março de 2009

Mais uma super produção da família Vidal Willer: o nascimento de Nathan!

A idéia de ter uma câmara de qualidade e com grande capacidade de edição, se deu por esse motivo: filmar o nascimento do nosso primeiro filho! Esta pequena grande aventura esta ai, em um filminho feito com muito amor e que mostra um dos maiores se não o mais grandioso momento de nossas vidas: a chegada de Nathan.



Um beijão a todos os nosso familiares, amigos e colaboradores que permitiram este momento.



Família Vidal Willer




domingo, 15 de fevereiro de 2009

10 razões para ligar para o pediatra... já!


Mamãe, papai, tios(as), vovôs(ós);

Hoje, 14 de outubro de 2008, ainda estamos na 20ª semana. Ainda assim, como uma máquina do tempo, este post vai aparecer no dia 15 de fevereiro de 2009. O Nathan já deve estar para nascer. Assim, fica um interessante artigo para todos lerem. Nesta época é provável que todos vocês estejam com o telefone do pediatra do nosso bebê.


Beijão a todos
10 razões para ligar para o pediatra... já!
(Pesquisado a partir do periódico Pais e Filhos - outubro de 2008)

por Por ROSEMARY BLACK, da Parents. Tradução de Juliana Delleva Cadiz, Mãe de Olivia.

Seu filho está mal a ponto de justificar uma ligação de madrugada? A gente defende que tem de ligar sempre. Só o pediatra pode dizer se é sério ou não
Uma noite, minha filha Madeline, de 4 anos, fez xixi cor-de-rosa. Lembrei na hora de um artigo sobre problemas renais graves, entrei em pânico e liguei para a pediatra. Para meu alívio, ela retornou minha ligação e perguntou se minha filha havia bebido algum líquido vermelho nas últimas horas. Bingo! Minha filha tinha tomado várias caixinhas de suco de frutas vermelhas. Apesar de ter ficado tranqüila, tive vergonha – mas a pediatra deve ter dado muita risada.

Decidir quando um mal-estar justifica ligar para o médico de madrugada pode ser complicado. Você não quer parecer hipocondríaco, mas também não pode bobear. Se estiver preocupado, o melhor é ligar e pronto. Sempre. Não precisa nem pensar duas vezes. A idéia não é tentar resolver o problema pelo telefone, claro. Em uma emergência, seu filho vai precisar ser visto pelo médico e, se não for possível, o pediatra deve encaminhá-lo a um pronto-socorro e pedir ao colega de plantão que depois fale com ele.

1. Febre em recém-nascido
Se seu bebê tem menos de 2 meses e o termômetro acusa 38°C ou acima disso, ele pode estar mais doente do que parece. Mas há uma exceção: é comum a criança ter febre baixa até 36 horas após tomar alguma vacina. Recém-nascidos podem desenvolver rapidamente uma grave infecção bacteriana sem apresentar sintomas óbvios, porque seu sistema imunológico ainda é imaturo, diz a pediatra Sue Hubbard, de Dallas. A gente pode achar que não passa de um simples resfriado, só que resfriados normalmente não causam febre nessa idade... Se você ligar dizendo que seu recém-nascido está com febre, um bom médico vai querer ver a criança o mais rapidamente possível. Caso a emergência aconteça altas horas da noite, ele provavelmente pedirá que você leve a criança ao pronto-socorro. Agora, se a criança está com febre durante o dia, ligue logo. Não espere a madrugada para isso.

2. Tosse persistente
Quando a criança começa a tossir sem parar ou fica ofegante, pode ser um ataque de asma. “Uma doença viral pode causar sintomas asmáticos“, diz a doutora Mary Ellen Renna, pediatra em Woodbury, Nova York. Claro que, se o médico já diagnosticou seu filho como asmático, você deve ter um inalador ou vaporizador em casa, básico. Caso você já tenha medicado a criança e, mesmo assim, a tosse não parar dentro de 20 a 30 minutos, é preciso ligar para o médico. Se seu filho acordar com uma tosse que parece algo como uma foca latindo, pode ser broncoespasmo ou tosse aguda (tipo "laringite"). Ligue o chuveiro quente, para fazer vapor. Se ela continuar a tossir, ar fresco pode ajudar. Se não melhorar, procure o médico. Mas você deve ligar para o médico já se seu filho mostrar dificuldade para respirar. Costelas repuxando a cada respiração e grunhidos ao tentar tomar o ar são sinais de angústia respiratória. Se a criança começa a ficar azul, não precisa nem dizer: chame a ambulância.

3. Erupção cutânea com pontinhos vermelhos e febre
Se seu filho está com uma irritação com pontinhos vermelhos, e se também tiver febre, pode ser sinal de uma séria infecção bacteriana, como meningite. Esses pontos, chamados petéquias, permanecem vermelhos mesmo quando você pressiona a pele para baixo. Outras erupções tendem a tornar-se pálidas por um momento quando você empurra pra baixo e, depois, voltam à cor anterior. Uma criança também pode ter petéquias mesmo sem ter febre, depois de episódios intensos de tosse e vômitos ou mesmo se fizer força ao evacuar. Nesses casos, as irritações são causadas por vasos capilares rompidos. Você deve ligar para o médico logo pela manhã.

4. Vômito Persistente
Se seu filho continua vomitando, mesmo quando não há mais nada no estômago, pode ser sintoma de males que vão de uma intoxicação alimentar até anomalias congênitas no aparelho digestivo. Ligue imediatamente para o médico se houver sangue no vômito ou se a criança parece desorientada. Outra situação de emergência é o bebê vomitar em jato, com coloração amarelo-esverdeado, o que pode ser um sintoma de estenose hipertrófica do piloro, uma anomalia congênita que requer cirurgia.

5. Dificuldade de se mover
Se a criança tem uma febre repentina e não consegue ficar numa perna só, pode estar com uma infecção grave no joelho ou em uma junta do quadril. “O paciente tem de ser avaliado rapidamente, porque o contágio pode destruir a junta", diz o pediatra Lewis Krata, do Saint Vincent’s Catholic Medical Center, em Nova York. Se seu filho não consegue mover o pulso, a perna ou o ombro, pode ser caso de fratura. Ligue para o médico e vá ao pronto-socorro fazer raio-X. Caso a criança tenha menos de 2 anos, leve-a ao médico na hora.

6. Galo na cabeça
Se seu filho bater a cabeça e ficar inconsciente, chame uma ambulância. Com
o socorro a caminho, ligue para o pediatra. A dúvida vem quando a criança cai e não desmaia, embora chore bastante. Se ela vomitar mais de uma vez, parecer sonolenta ou desorientada, e caso você note um líquido claro saindo de seu nariz ou orelha, telefone para o médico na hora. Você deve examinar a cabeça do seu filho: embora um calombo grande na testa possa assustar, é mais grave se ele bater a lateral da cabeça. Se notar alguma irregularidade no crânio, pode ser sinal de fratura.

7. Fezes estranhas
Se o cocô do seu bebê apresentar coloração e consistência parecida com geléia de uva ou groselha, pode ser sintoma de um problema conhecido como intussuscepção, em que o intestino do bebê sofre uma torção e fica obstruído. Já diarréia com sangue pode ser sinal de intoxicação alimentar ou gastrenterite bacteriana. O pediatra pede exames para identificar a bactéria responsável ou a presença de parasitas.

8. Pálpebras inchadas
É comum que o olho da criança inche caso seja mordida por inseto ou entre em contato com urtiga, mas, se seu filho tiver febre, ele pode ter celulite orbital, uma infecção grave dos seios da face que se estende para a parte do crânio na qual o olho repousa. O olho é empurrado para frente, paralisando os músculos oculares e impedindo a movimentação. A criança precisa ser atendida com urgência e internada.

9. Dor abdominal por mais de duas horas
Se a dor piora quando seu filho pula ou quando se move na cama, pode ser apendicite, que faz com que o tecido da barriga da criança fique inflamado. Muitas vezes, a dor omeça ao redor do umbigo e se estende até o lado inferior direito.

10. Dor de cotovelo
Sabe aquela situação em que você puxa a criança para um lado e ela vai para o outro? Isso pode fazer com que o rádio (um dos ossos do antebraço) se desloque. O braço fica pendurado, e a criança, óbvio, recusa-se a movê-lo. O problema, conhecido como “cotovelo de babá”, por ser mais comum nos menorzinhos, pode ocorrer em crianças de até 6 anos. É essencial ligar para o médico antes de o cotovelo inchar, para que ele possa colocar o cotovelo no lugar.






Quando dá para esperar amanhecer

Nas situações abaixo você pode deixar o seu pediatra dormir e ligar no dia seguinte

– Febre em crianças de 3 anos ou mais
Febre não é doença, mas sintoma – e não, não causa danos ao cérebro. Em tese, seria possível esperar, mas a gente repete: se você ficar preocupado, ligue assim mesmo. E não deixe de ligar imediatamente se seu filho estiver letárgico e não der nem mesmo um sorriso.

– Um pouco de sangue nas fezes
Se seu filho esteve constipado, ele pode ter tido uma pequena fissura anal que causou o sangramento. Isso também é comum em bebês que começaram a ingerir comidas sólidas.

– Olhos remelentos
Conjuntivite é particularmente comum quando a criança tem um resfriado. “Marque uma consulta para o dia seguinte”, diz o doutor Brown. Crianças menores de 2 anos podem também apresentar remelas nos olhos ao ter uma infecção de ouvido.

– Uma irritação que coça
Poderia ser urticária (parece com uma mordida de mosquito mais levantada, com manchas vermelhas redondas em torno dela), eczema (pele vermelha e escamosa) ou dermatite de contato (bolhas vermelhas).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Meias e mais meias: jeito Sarah Jessica Parker da vovó Rose Marie

Estava a pensar sobre alguns presentes, ou melhor, uma sequência de presentes que o Nat ganhou e um destes me intrigou ante a uma âmbito de possibilidade de tese de psicologia. Quando vi o pequeno possuia cerca de 15 pares de meias advindos da mesma fonte. Pensei (não encarem como inveja, por favor): "nem eu tenho tanta meia e meu pé não vai crescer mais"!!! Aí resolvi realizar uma pesquisa de campo para desvendar o que se passa na mente de vovó Rose Marie para presentear seu primeiro neto com tanta meia. Descobri uma certa obcessão por sapatos - aquela coisa meio Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker em Sex in the city)- que foi transferida para o menino. Bom, tá ai a coleção de meinhas do Nathan. Bonitinho, não.

Valeu vovó!!!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dia do exame: emoções clínicas e aeroespaciais para o Nathan

Até hoje estamos tentando formular uma explicação plausível dentro da física ou da antropologia pra entender como aconteceu. No dia da consulta com o gineco/obstetra, rotinas normais de nosso momento; ao sair do nosso prédio, Erika leva um tombo para desespero deste que vos escreve. Não tropeçou, não foi empurrada ou empurrou, em nada esbarrou; simplesmente caiu com a graça de uma mamãe com seu centro de gravidade mutável dia após dia. Em tempos passados, Erika já me deu alguns sustos com essas quedas, nada que sua agilidade de karateca não levasse a nenhuma consequência a não ser a minha pressão em 18:12... até ai tudo bem. O fato é que durante a gravidez isso nunca tinha acontecido. Refletia sobre o poder da maternidade que modifica até os nossos atos desastrados cotidianos: "Olha só meu amor, você não cai mais de madura". Falei cedo demais . Lá se foi Erika ao chão. Desta vez, no entanto, para proteger a barriguinha e seu filhote, ela não pode usar as técnicas aprendidas com o Sr. Miyagi do Karatê kid; "ralou" o joelho e rasgou um pouquinho aquele tradicional macacão de grávida ... Ópaió;



parece joelho de menino depois de estrepulias....

Faz biquinho não!!! Eu e Nat cuidamos de você!!!

Depois do susto, fomos a consulta. O médico ficou impressionado com o tamanho da barriguinha. Prognosticou que o Nat vai nascer grandão. No mais, tudo certinho e correndo as mil maravilhas. No dia 27 de janeiro vamos fazer o exame de Doppler e publico o vídeo para vocês verem como nosso menino esta lindo.
Beijão
A.N.E

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Chá de Bebê: um momento familiar

Depois de um longo e tenebroso hiato de fim de ano- termo que estamos usando muito aqui em casa, nos referenciando às pausas de séries de TV- voltamos, aos pouquinhos, a postar no nosso blog de família. Um momento gostoso de dezembro foi o chá de bebê encabeçado pela família e amigas(os) da estatística-UnB. 
Revemos bons amigos, o Nathan esta com um monte de fraldas (modo de falar, acho que dá para um ou dois meses. Como estes baby fazem cocô)!!! E claro, colocamos os papos mais ou menos em dia. Muitooooooooooo obrigado vovó Rose Marie por ter cedido a casa e preparado um montão de quitutes para este encontro.


Tia Camila e sua linda família


Tia Aline, Tio Ricardo e Aline (a amiguinha do Nathan. Não digo namorada porque o pai da menina e grande como deu pra notar).

Olha a madrinha e o padrinho do Nathan. Valeu Alê e Ronnie.



Vovô Augusto e Vovó Rosa continuam a corujar o Neto



Tio Emerson, Tia Kalinka e o priminho Arthur (nosso reizinho).





Videozinho amador nas nuanças da comilança


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Nathan descobriu minhas costelas direitas!

O Nathan descobriu minhas costelas direitas! Explico:

Já faz dias que estamos curtindo os nítidos chutes do bebê, que aconteciam sempre da linha do umbigo pra baixo, mas de uns dias pra cá tenho sentido também movimentos acima da linha do umbigo, o que deduzo que são socos, cotoveladas e cabeçadas ou o Nat está dando cambalhotas lá dentro!

Mas ontem foi um dia interessante! Voltando do almoço para o trabalho senti uma fisgada louca do lado direito, a ponto de ter que me curvar um pouco nessa direção pra poder andar. Porém, a tarde no trabalho passou, senti ainda algum incômodo, mas sentada, quietinha foi tudo bem.

Hora de ir pra casa: Enquanto eu levanto, desligo o computador, saio no corredor para esperar o elevador sinto outra fisgada daquelas no mesminho lugar de antes. Comecei a fazer massagem e pressionar o lado direito da barriga pra ver se o Nat se ajeitava em outra posição, mas nada da sensação passar. Enquanto dirigia o carro de volta pra casa, fiquei criando a cena na minha cabeça, daquelas de desenho, sabe: Alguma coisa como a cena aí em baixo, não com o martelo da tecla do piano e o Jerry, mas com a pontinha da minha última costela da direita e os dedinhos do Nat...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Tia Carol: quando quiser cuidar do Nat, sei que o fará muito bem!

Olha ai tia Carol. Uma singela homenagem pelo seu aniversário e uma demonstração do belíssimo senso maternal desta grande amiga.



Beijão




segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

40 presentes que o dinheiro não compra

Conversando com Erika, lia este artigo da Pais e Filhos de dezembro de 2008 (literatura comum nestas alturas do campeonato). De certa forma, a emoção trazida por cada um dos "presentes", talvez por que alguns deles foram vividos por nós com nossos pais, talvez porque se trata de um desejo intrínseco de viver momentos com nossos filhos que são eternizados na memória de uma família. Bem, registro pois se um dia eu sentir que posso estar falhando como pai, sempre terei que lembrar o que verdadeiramente importa. 

Beijão a todos

A.


40 presentes que o dinheiro não compra
por  equipe Pais&FIlhos 28 de novembro, 2008

Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida



1. Tomar banho de chuva, tem coisa mais gostosa? Dançar na chuva, sentir na boca o gosto da água, até você e seus filhos ficarem ensopados. Você tem vergonha? Deixa disso, Gene Kelly fez tudo isso com o maior charme num filme antológico, Cantando na
Chuva. Aliás, ótimo para vocês verem juntos depois daquele banho quentinho...

2. Ensinar um jogo. Não vale videogame ou brinquedo comercial, mas, sim, queimada, taco, mico, pular corda, amarelinha. Aquelas coisas você adorava fazer quando era criança.

3. Cuidar da natureza é tudo! A sábia escritora Ruth Rocha diz: “Para que a Terra continue a nos dar tudo o que precisamos para viver é preciso cuidar dela melhor que da nossa própria casa. Da casa podemos nos mudar, da Terra não”. Criança tem de saber, desde cedo, que a natureza é sagrada. Tem coisa melhor do que regar jardim, cuidar de plantas e de bichinhos, fazer trilhas e andar na praia com seu filho?

4. Empinar pipa, lembra? Juntar as varetas, colar o papel, fazer a rabiola e sair por aí empinando. Deixe a timidez de lado e vire criança de novo: vá até o parque ou descampado mais próximo de sua casa e divida com seus filhos a alegria de ver a pipa subir, subir, subir... Ou cair, cair, cair. O que vale é a diversão. Se joga!

5. Plantar feijão no algodão. Tem coisa mais escola primária? E mais profunda?
Ver a vida se reproduzir ali, num vasinho que você monta com as crianças, joga a semente e, depois, fica vendo a plantinha crescer. Além de observar como é lindo o ciclo da vida, seu filho aprende, na prática, que, se tratamos bem a natureza, ela nos dá belos frutos.

6. Um banho de piscina ou de esguicho. No prédio, no clube, em casa de amigos, em piscinas municipais e até em hotéis bacanas na sua cidade onde dá para freqüentar a piscina pagando por dia. Se nada disso der certo, sempre há o bom e velho banho de esguicho no quintal.

7. Cuidar dos bichos. Dar comida, banho, passear, visitar o veterinário: ter um bichinho, além de divertido, também implica amor e responsabilidade.

8. Criar o “Dia do Errado”. Neste dia, vale tudo: faltar ao trabalho e à escola, pra você e seu filho ficarem livres de tudo! Vestir roupa do avesso, comer em horas
erradas, pois o bom de levar uma vida certinha é poder quebrar as regras uma vez ou outra, né?

9. “Hoje quem manda é você”.
Assuma: vez ou outra, as crianças devem sentir o gostinho de assumir o controle. Qual será o almoço, o passeio, a roupa, o lanche da tarde? Eles escolhem tudo! Dentro dos limites do bom senso, claro. Aí eles sacam que a vida é cheia de opções e que nem sempre é fácil tomar todas as decisões. 

10. Contar histórias. Essa é das antigas e nunca sai de moda. Saiba que as histórias que você conta para eles vão fazer parte de seu imaginário por muito tempo. Através delas visitam o mundo sem sair de casa e vivem as alegrias e dificuldades que os heróis das histórias enfrentam. Quando forem heróis de sua própria história vão lembrar com carinho desses momentos.

Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida




11. Piquenique no quintal, na varanda do prédio, no sítio da família, na casa da avó... Não importa o lugar, o que vale é aquele clima gostoso, todo mundo comendo com as mãos, batatinha, cachorro-quente, refrigerante, suas guloseimas favoritas, risadas, brincadeiras. Uma farra, cujas memórias a gente guarda para o resto da vida.

12. Montar a árvore de Natal. Vocês escolhem juntos a árvore e fazem os enfeites. Pintam bolas, fazem laços, penduricalhos de pipoca, fitas, papel. Vale a sensação de ter a árvore mais linda do mundo (mesmo que ela não seja lá essas coisas).

13. Compor uma música. Se você leva jeito para algum instrumento, ótimo. Senão, vá inventando estrofes com seu filho: o legal é ter a cara dos dois. Se der para gravar, melhor ainda. E faça cópias: não vá perder uma preciosidade dessas.

14. Ensinar uma receita de família. Libere geral a cozinha, façam uma lambança, lambam os dedos e, depois, limpem tudo. Enquanto estiverem com a mão na massa, conte como era a vida quando você aprendeu aquela receita... e bom apetite!

15. Um passo só seu. Som na caixa, uma roupa gostosa e dancem à vontade, como se ninguém estivesse vendo. Inventem um, dois, mil passos, criem uma coreografia
maluca – e que, na hora da festa, só vocês sabem dançar... É fera!

16. O barquinho vai... Num dia de chuva, ensine seu filho a fazer barquinhos de papel, formar uma flotilha e "navegar” para aqueles lugares que vocês adorariam conhecer. E aproveitem para cantarolar: “O barquinho vai...”

17. Inventar uma festa original para o Ano Novo, por exemplo. Pode ser um luau, com a dança do hulahula na praia, saias de ráfia, colar de flores, tudo inventado por vocês. “Da última vez que fizemos o hula-hula em Ubatuba”, conta Patrícia Broggi, “o sol, de presente, se pôs e ganhamos uma enorme lua no céu”. Não é lindo?

18. Clube das Mulheres. Bole um dia só de mães, filhas e amigas: ir ao shopping, ao salão de beleza, almoçar num lugar bacana, pegar um cinema, dar risada, abraços e
beijinhos. O tempo não pára. Aproveitem!

19. Lugares novos, de outro jeito. Vá a pé, de metrô ou ônibus visitar um museu ou um parque com seu filho. Caminhadas e transporte coletivo soam como novidade quando não fazem parte da rotina das crianças. De quebra, elas ainda aprendem a se situar e a entender melhor a cidade.

20. Brinquedo de sucata. Moderno e ecológico: criar algo único a partir de objetos descartados. Seu filho aprende que nada se perde e tudo se transforma. Solte a imaginação: móbiles de CDs, instrumentos musicais com garrafas PET, casinhas de caixas, tampinhas de garrafa...Invente!
Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida


21. Criar uma peça de teatro. É uma curtição! Os pais ajudam os filhos a montar um verdadeiro espetáculo, com palco, cortina e tudo: inventam texto, figurino, cenário; fazem convites e, na data marcada, encenam uma apresentação inesquecível para o resto da família. Com direito a fotos, é claro!

22. Ter um diário ou escrever memórias num caderno. É um hábito riquíssimo. Nossa diretora editorial, a Monica, faz isso desde garota. A vida está cheia de coisas fascinantes (às vezes boas, outras nem tanto) e são essas experiências de vida que nos fazem ser quem somos. Mais pra frente, quando seu pequeno for um adulto, vocês podem reler juntos as aventuras e os momentos felizes de suas vidas. Recordar é viver, né?




23. Ter um amigo. Dizem que amigos são a família que a gente escolhe. É verdade. Cultivar uma amizade, respeitar as diferenças e aproveitar muuuito um amigo é uma
das bênçãos da vida. E, se for de verdade, fica do nosso lado pra seeeeempre.

24. No escurinho do cinema. Pode ser um filme bacana que está no circuito, para o qual vocês compram ingressos, curtem na telona com a sala escura e, depois, vão comer o hambúrguer favorito numa lanchonete. Ou então em casa, mesmo, no sofá, com pipoca e guaraná. Se possível, tire do baú vídeos antigos, de quando você e eles eram pequenos... doces memórias!

25. Saúde sempre em dia. Quando um filho se machuca, a gente se machuca também. Com saúde não se brinca e, por eles, a gente faz tudo. Cuidar deles com carinho, levar ao médico, ficar de olho, não tem preço. É um presentão indispensável que damos aos pequenos.

26. Entusiasmo. A palavra vem do grego e quer dizer ter Deus dentro de si. A pessoa entusiasmada faz as coisas acontecerem. Cultivando o entusiasmo você ensina seu
filho a ter entusiasmo pela vida, pelas pessoas, por seus sonhos. É lindo.

27. Ter fé. Acreditar é uma bênção. Ter a certeza de que existe algo maior que nós, independentemente da religião. Essa crença nos ajuda a entender melhor a vida, lidar com nossos problemas, desenvolver a esperança, instrumentos valiosos para o futuro deles.

28. Respeitar o próximo. É vital para ser respeitado. É uma dádiva aprender, desde cedo, a respeitar o outro numa sociedade tão individualista. Somos melhores se acreditamos que todos são iguais e devem ser tratados com a mesma delicadeza. Para Rousseau, sempre foi mais valioso ter o respeito do que a admiração das pessoas. A
gente concorda com ele, totalmente. 

29. Correr atrás dos sonhos. Os sonhos são a forma onde criamos a realidade. Não há nada melhor do que correr atrás de um sonho e ver que seu esforço resultou num final feliz. Sonhe com seus filhos: quando acreditamos e trabalhamos nesse sentido, nossos sonhos se realizam.

30. A importância do carinho. Dizer aos filhos o quanto eles são importantes pra gente é algo que deve ser feito SEMPRE – e desde cedo. Eles podem não entender, mas sentem. Afeto é um investimento para toda a vida. Tratados com afeto, os filhos serão afetuosos e construirão um mundo melhor.
31. Caridade. Junte roupas e brinquedos que seus filhos não usam mais e doe a uma creche, um orfanato. Se puder levar até lá junto com seus filhos, ainda melhor: um
aprendizado para toda a vida.

32. Colinho de mãe. Se há uma coisa que a gente nunca deixa de querer é colo de mãe. Não importa a idade, tem hora que todo mundo fica carente e quer um colinho de mãe mesmo. Ofereça o seu, sempre, mesmo quando seus filhotes pareçam só estar fazendo birra... pois colo de mãe nunca é demais.

33. Valorizar tudo o que vier deles. Sabe aqueles rabiscos ininteligíveis que a criança adora fazer e dar de presente? Pois saiba recebê-los como se fossem os presentes mais preciosos do mundo. Seus filhos se sentem amados pelo que são, ganham autoestima e produzem mais e melhor.

34. De graça. Ensinar que há coisas que o dinheiro não compra meeeesmo: alegria, amor, respeito, amizade, ternura = tudo de bom, valores que nossos filhos recebem de graça e devem aprender a valorizar, sempre.

35. Pedir perdão. Não significa perder a autoridade, não. Todo mundo erra. Por mais que a gente tente ser justo, há horas em que pisamos na bola. Uma bronca exagerada, um castigo desnecessário, um grito fora de hora... Depois, a gente fica mal, com aquele
peso na consciência. Peça perdão: ao pedir desculpas você ensina seu filho a reconhecer o erro e reparar o que foi feito.

36. Saber ouvir. Falar é prata, ouvir é ouro, diziam nossas avós. Ouça o que seu filho tem a dizer, sem repreender, interromper ou dar conselhos. Um pai se julgava exemplar até seu filho de 7 anos, em terapia, dizer a ele tudo o que pensava. O pai nunca imaginou que era daquele jeito que o filho o via. Ouvir é preciso!




37. Ler um livro juntos. Cada um lê um pouco, em dias alternados, e vocês, juntos, criam um mundo particular, cheio de significados.

38. Dar liberdade. Seu filho deve bater as asas sempre que tiver oportunidade. Dormir na casa de um amigo, passar um tempo com os avós, para sentir e controlar a saudade de casa. Os muito pequenos, às vezes, ligam pedindo socorro. Dependendo do caso, corra para buscá-los. Por enquanto, é só um teste...

39. Dar risada. Nada mais saudável! Dê risada em todas as horas possíveis. E mostre ao seu filho que é muito bom aprender a rir da gente mesmo! É algo que vai ajudá-lo para o resto da vida.

40. Amar, amar, amar, amar demaaaaais. Encher os filhos de amor e passar adiante esse sentimento através de seu exemplo. Tá combinado?

Consultoria: Rubem Alves, pai de Sérgio, Marcos e Raquel, é escritor, mestre em teologia e doutor em filosofia. Lidia Aratangy, mãe de Claudia, Silvia, Ucha e Sérgio, é psicoterapeuta. Regina Migliori, mãe de Andréa, Melissa e Isadora, é diretora do Instituto Migliori e Consultora de Cultura de Paz da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), www.migliori.com.br. Mario Sergio Cortella, pai de André, Ana Carolina e Pedro, é filósofo, mestre e doutor em educação e professor do departamento de teologia e ciências da religião da PUC-SP. Nossos colunistas: Olivia Bernardes, mãe de Clara, Miguel e Francisco, é idealizadora e coordenadora do Curso Marinheira de Primeira Claudia Visoni, mãe de Alex e Julieta, é jornalista e fundadora da empresa Conectar. Claudia Vidigal, mãe de Pedro e Thomaz, é psicóloga e sócia-fundadora do programa "Fazendo Minha História", que acompanha 500 crianças que vivem em abrigos. Adriana Salles, mãe de Gabriel e Olívia e madrasta de Eduardo, Juliana e Isabella, é administradora de empresas e sócia-diretora da Assessoria Esportiva Projeto Mulher. Luiza Olivetto, mãe de Homero, é artista plástica. Dr. Roger Abdelmassih, pai de Soraya, Vicente, Juliana, Mirella e Karime, é especialista em reprodução humana. Juliana Cádiz, mãe de olivia, é relações-públicas. Patrícia Broggi, Mãe de Luca e Tiago, é jornalista. 

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Treinamento Jedi: Nathan em 3D

Uma tentativa de ver o rostinho do Nathan em 3D associado em mais um vídeo empolgado.


Abaixo, versão do You tube se o blogger estiver sentimental




terça-feira, 14 de outubro de 2008

Toques e repiques: e daí que a bolsa despenca, meu filho esta mexendo!

Faz algumas semanas que estamos tentando identificar os movimentos do Nathan de forma mais real. Na hora das massagens na barriguinha da mamãe; quando estamos vendo filmes ou séries (os pais do Nathan são vidrados em sitcom's); logo depois das refeições (o bebê fica mais agitado com a presença de glicose no líquido amniótico). Ehh, nada...

Nas ecografias ele pula o salto triplo carpado, mas a gente sentir... nada! Lendo a literatura especializada e a de outras experientes mamães, ouvimos de tudo.

- Se preocupe não, a partir da 12ª semana a gente sente os movimentos perfeitamente!

Concluímos que é a típica declaração de outras mães confundido gases intestinais com o movimento do feto. Tadinho(a) da criança, não nasceu e já é chamada de cocozão gasoso (como se na vida não tivéssemos vários que nos chamam assim). Decidimos que teríamos certeza que é o Nathan se mexendo e não um movimento peristáltico qualquer.

Mas a literatura especializada descreve os sentimentos táteis da mãe em relação ao seu bebê a partir da 16ª semana. Ora, os caras são especialistas! Seis anos de medicina e mais 3-4 anos em residências e especializações devem contar alguma coisa. 16ª, 17ª, 18ª, e nada...

- Vamos diminuir a ansiedade amor. Talvez o Nathan seja discreto como a mãe e não aparecido como o pai (que bom, aparecidos geralmente viram políticos ou professores).

No jeitinho dela, sem fazer muito alarde, a mamãe continuava sua investigação minuciosa e perseverante.

- Mexeu!!! Juro!!!! É bem levinho mas eu senti...

Lá vai o pai babão deixar a mão sobre a barriguinha por horas, e.... nada! Aprendi a digitar com uma mão só pra tentar sentir o Nathan até trabalhando em casa ( e olha que quando tinha idade pra aprender a digitar com uma mão só, não tinha acesso a internet ou bate-papo promíscuo).

Não sei se me sentia um pai incompetente ou transferia a culpa para os desejos da mãe que confundiram o citado movimento peristáltico com um movimento do baby. A Erika já me confortava dizendo que minha mão era quente e que provavelmente, sobre a barriga dela, fazia o Nathan dormir em berço esplêndido (esta mais pra piscina esplêndida).



Ontem, depois do índice bovespa bater 14,66% de valorização consegui sentir meu filho. Parecia um peixinho se movimentando no oceano. Precisei, quase, de linhas laterais (se não lembra o que é isso, veja suas aulas de biologia), pra sentir. Depois, senti um movimento mais forte. Era Nathan dizendo:

- Pai! Tô aqui! Subiu mais de 14%, caramba hem!

Dormi feliz da vida. Rezando para novos repiques do mercado pra sentir meu saltitante filho novamente.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Desencontros: parecia que nada ia dar certo!

Dia de ginecologista e a mamãe atolada de trabalho. Eram tantas planilhas, estudos e demandas que não deu tempo nem de ligar para o consultóro. New Mom espera ansiosa para o atordoado New dad sair do trabalho depois de pepinos diários. Carro, trânsito, estacionamento, onde, onde vamos, vamos! Ufa, chegamos!


O olhar caído da recepcionista não indicava coisa boa;





- A senhora me desculpe, mas a doutora tem uma cesária de urgência as 18:00h e desmarcou várias consultas.

- Ahhh, tá.

- Tentei entrar em contato com a senhora por este número...

- Ahhh, tá. Mas ai, ó, não é 42 é 44 no número do celular.

- Por isso que não consegui.

- Então, acho que o jeito é remarcar a consulta...

- Pode ser neste dia.

- Pode, mas papai dançou. Fica de fora da brincadeira do consulta e das fofocas sobre o Nathan.

... não se pode ganhar todas.



PS- Neste dia experimentamos o temaki. Com peixes cozidos e bem limpinhos - cuidados da gravidez. Até nos desencontros se pode aproveitar.

PS2- Dias depois, nova consulta, tudo bem e com Nathan em plenitude.