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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Baladinha da Maya: All about that bass

Sente o requebrado...


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Melindres de um artista II




domingo, 8 de fevereiro de 2009

Canções de ninar: a corujinha

A gente estuda pra vestibular, passa. Provas e mais provas... estuda, estuda... namoro começa e termina a gente ri e chora em momentos que permanecerão para sempre...

- Por favor, DEUS, me arruma um estágio...

Estágio, bolsa, somos o máximo. Trabalha, estuda, trabalha, estuda... bóra estagiário... alimente os macacos que foram treinados para ir a lua e não toque em nada...

Distribui currículo, tenta outro estágio, faz prova pra mestrado... passei? Será? E se não... E se sim...

Trabalho, salário... mundo adulto pleno. Compra casa, compra carro, sou responsável; o que fiz, o que deixei de fazer. Fiz muito em minha existência; joguei minha vida fora... Alegria, vastidão ou crises. Somos o produto de tudo isso.

Ai vem o momento sublime de nossa existência: nosso filho. Como vou contar pra ele sobre tudo isso que a gente passou? Como conduzi-lo ao nosso existencial social e ao mesmo tempo mostrar que tudo isso é importante mas não é o mais "importante". Que ele é um exemplo claro do que é um motivo a felicidade como conceito e não mero momento.

Mudando um pouco o rumo da prosa. Ultimamente a gente ouve músicas e mais músicas buscando os primeiros repertórios para o Nathan. Pra sorte ou para o azar dele quem escolhe esta lista serão os pais dele. Pra falar a verdade, o que nos tem encantado é o que nós ouvimos quando éramos crianças-verdade, puxamos sardinha para o nosso lado- aí vem: arca de Noé, os saltibancos, plunct, plact, zoom; etc e tal.

De certa forma, confesso que ao ouvir estas músicas, depois de décadas é muito emocionante e nos traz sentimentos muito bons. A gente sente uma contração diferente no peito. Tem um embargo que nos flagramos, olhando para os lados pra manter nossa fama de "fortes".


Segue um vídeo que achamos no you tube (grande instrumental pra gente recordar nossos momentos). Gosto de pensar em uma das musiquinhas que vamos cantar para ninar o Nathan antes dele se entregar aos "braços de Morpheu".

Bração a todos...