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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pra completar, conjuntivite aos papais

Semana plantão médico pra essa família. Depois da rinite da Maya e do cotovelo quebrado do Nathan, os papais das crianças apresentam uma desconfortável conjuntivite.  No consultório, não perdemos o humor.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Esperando a Maya...

Maya, meu amor, escuto teu coração e anseio pela sua vinda...



domingo, 15 de março de 2009

Sete motivos para o choro do bebê, e o que fazer para acalmá-lo

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
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Por que os bebês choram?
O bebê não pára de chorar. O que fazer?
Por que os bebês choram?


Todo bebê chora. Eles não têm outra saída. Até bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Como não podem fazer nada sozinhos, os bebês precisam dos outros para conseguir a comida, o calor e o conforto de que precisam.

Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar essas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você e seu companheiro vão começar a distinguir um pouco melhor cada choro do bebê, e farão o que ele quer mais rápido -- o que deve representar menos choradeira.

À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos e até sorriem. Tudo isso reduz a necessidade de choro. Os motivos mais comuns para o chororô dos bebês estão na lista abaixo. Se seu bebê não pára de chorar, experimente ir seguindo a lista item a item. Mesmo que nada dê certo, você vai ficar mais tranquila de saber que fez tudo o que podia para consolar seu filho.

• Preciso comer

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome. Isso só não acontece no primeiro ou no segundo dia depois do nascimento, pois nessa fase há crianças que quase não se alimentam. Se você está amamentando, percebe isso fácil, pois o colostro, aquele riquíssimo primeiro leite, é produzido em quantidades pequenas. O leite mesmo só "desce" por volta do terceiro dia. O recém-nascido tem o estômago pequeno, que não aguenta uma quantidade muito grande de leite.

Assim, se o bebê chorar, tente oferecer leite. Pode ser que ele não pare de chorar na hora, mas deixe-o mamar. Conforme o estômago dele for se enchendo, ele deve se acalmar. Caso o bebê já esteja de barriga cheia e continue chorando, talvez esteja querendo dizer a próxima coisa da lista.

• Preciso ficar mais confortável

Com toda razão, os bebês reclamam se a roupa está apertada demais ou se estão com a fralda suja de cocô. Há bebês que não estão nem aí se a fralda está com cocô -- é um quentinho gostoso --, e há outros que querem ser trocados na hora, principalmente se estiverem com a pele irritada. Verifique a fralda do seu filho e troque-a, se necessário. Talvez isso resolva o choro, portanto sempre vale a pena tentar.

Aproveite para olhar se não tem nenhuma roupa apertando demais ou alguma outra coisa incomodando, como um fio de cabelo seu enrolado nos dedinhos dele.

• Preciso ficar na temperatura ideal -- nem quente demais nem frio demais

Certos recém-nascidos detestam ficar pelados para a troca ou para o banho. Não estão acostumados a sentir o contato do ar com a pele e preferem ficar de roupa. Se seu bebê for um desses, você logo vai aprender a trocar a fralda em velocidade recorde, para acabar com as reclamações.

Tome cuidado para não exagerar nas roupas, senão a criança vai ficar com calor. Uma regra simples é deixar o bebê com um pouco mais de roupa que a sua: se você está de short e camiseta, pode colocar um macacãozinho comprido de algodão sem nada por baixo. Se você está de calça comprida e blusa de manga comprida, ponha nele um macacão com body e "mijão" por baixo.

Um bom jeito de verificar a temperatura do bebê é sentir a barriga dele. Se ela estiver quente e suando, tire um pouco de roupa. Se ela estiver fria, agasalhe-o mais. Não vá pelas mãos e pelos pés, porque eles tendem a ficar mais frios que o resto do corpo.

Cuidado para não exagerar nos cobertores na hora de dormir. O melhor é colocar uma mantinha embaixo das axilas do bebê, para não correr o risco de ele se enrolar nas cobertas.

• Preciso de colo

Há bebês que precisam de mais colo para se sentir seguros. Crianças um pouco mais velhas já se acalmam só de ver você no quarto ou ouvir sua voz, mas os pequenininhos precisam do contato físico. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Muita gente tem medo de "estragar" o bebê se der colo demais, mas nos primeiros meses de vida isso não acontece. As crianças são diferentes entre si: algumas não precisam de tanto contato físico, e outras querem ficar no colo quase o tempo todo. Se seu filho for da turma do colinho, você pode usar outras estratégias, como o canguru ou o sling (uma espécie de rede), que mantêm o bebê perto de você mas liberam suas mãos para fazer outras coisas.

• Preciso descansar

Seria ótimo se os bebês simplesmente fechassem os olhos e dormissem sempre que estivessem cansados, mas muitas vezes eles não conseguem fazer isso. Pode ser por agitação -- um dia cheio de visitas e atividades pode deixar o recém-nascido muito excitado, e ele tem dificuldade para "desligar". O excesso de estímulo -- luzes, barulho, passar de colo em colo -- pode deixar o recém-nascido inquieto, e é isso o que muitos pais percebem.

O bebê fica difícil no fim do dia, ou quando a casa está cheia. Talvez o bebê esteja só dizendo: "Chega". Experimente levá-lo para um lugar calmo, reduzindo o nível de estímulo. Pode ser que ele ainda chore mais um pouco, mas que depois finalmente se tranquilize e durma.

• Preciso me sentir melhor

Se você já deu de mamar, já verificou se ele está confortável, e mesmo assim seu filho continua chorando, é inevitável começar a pensar que talvez ele esteja com alguma dor. Para pais de primeira viagem é especialmente difícil saber se a criança fica insatisfeita com frequência só por temperamento (o que acontece com algumas delas, já que leva mais tempo para elas se adaptarem à vida fora do útero) ou se há algo de errado.

Quando o bebê está com alguma dor, ele chora num tom diferente do choro normal -- pode ser um choro mais desesperado, ou mais gritado. Por outro lado, para um bebê que chora bastante por natureza, o silêncio é que pode ser o sinal de que há algo errado.

O mais importante é lembrar que você conhece o seu filho melhor que qualquer outra pessoa. Se você sentir que há alguma coisa errada, dê uma ligada para o médico. Profissionais de saúde podem tranquilizar você sobre o choro, para que você tenha certeza de que a causa não é física.

Sempre procure o médico se o bebê tiver dificuldade para respirar enquanto chora, ou se o choro for acompanhado de vômitos, diarréia ou prisão de ventre muito prolongada. Para mais orientações, consulte nosso texto sobre quando procurar o médico.

• Preciso de alguma coisa... mas não sei o quê

Haverá ocasiões em que você não vai conseguir descobrir o que está fazendo o bebê chorar. Muitos recém-nascidos passam por períodos de inquietação, e são difíceis de acalmar. A choradeira pode durar alguns minutos ou então horas a fio. O quadro de choro constante e inconsolável às vezes recebe o nome de cólica.

Oficialmente, a cólica é definida pelo choro inconsolável por pelo menos três horas ao dia, e que aconteça pelo menos três vezes por semana. É muito difícil lidar com um bebê com cólica. A família inteira sofre e fica estressada. Se você conseguir, tente se concentrar no fato de que isso vai passar.

A maioria dos bebês supera a cólica por volta dos 3 meses. Para mais idéias, leia nossas estratégias sobre como lidar com a cólica.

O bebê não pára de chorar. O que fazer?
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Você pode tentar algumas técnicas para consolar seu filho. Nem todas funcionam com todos os bebês, por isso, conforme você for se familiarizando com seu filho, vai perceber qual combina mais com a personalidade dele.

• Segure o bebê bem perto de você, no colo, e tente enrolá-lo numa manta

Os recém-nascidos gostam de se sentir apertadinhos, como estavam dentro do útero, o que lhes dá segurança. Você pode experimentar enrolar o bebê numa manta leve e ver se ele gosta, sem apertar muito. O contato físico, no colo, principalmente se o bebê conseguir ouvir seu coração, costuma ajudar -- e você provavelmente fará isso por instinto.

Há crianças, porém, que não gostam de ficar enroladas na manta, e que preferem outras formas de reconforto, como o balanço ou a música.

• Ache um ritmo constante

Dentro do útero, o bebê ouvia os batimentos do coração da mãe. Depois que nascem, continuam gostando de ficar no colo, perto do som conhecido. Mas dá para tentar encontrar outros sons repetitivos e regulares como as batidas do coração, que tenham um efeito calmante. Às vezes, um ambiente mais barulhento, como o meio de uma conversa animada, acalma o bebê, por incrível que pareça.

• Nine o bebê

A maioria dos bebês adora ser ninado, com um leve balanço, e o seu tem grandes chances de gostar também. Pode ser caminhando com ele no colo ou sentada na cadeira de balanço. O carro também costuma ter um efeito relaxante. Grande parte dos bebês dorme com o balanço do carro.

Mas guarde essa alternativa para último recurso -- não vai ser muito agradável ter de sair de carro todas as noites. Evite condicionar o sono ao ato de ninar.

• Tente fazer uma massagem

Fazer uma massagem suave ou acariciar as costas ou a barriga do bebê pode ajudar a acalmá-lo. Se seu filho parece estar sofrendo de gases, tente colocá-lo para mamar numa posição mais ereta, e não deixe de fazê-lo arrotar depois. Você pode também fazer o movimento de "bicicleta" nas perninhas do bebê, para ajudá-lo a soltar os gases que o incomodam.

• Deixe-o chupar alguma coisa

Certos recém-nascidos têm uma necessidade muito grande de sugar alguma coisa, e chupar uma chupeta ou o dedo pode ser bem reconfortante. Esse tipo de sucção torna os batimentos cardíacos do bebê mais regulares, relaxa o sistema digestivo dele e o ajuda a se acalmar.

• Não exija muito de si mesma

Um bebê que passa o tempo todo chorando não está se prejudicando, mas com certeza está descabelando a família inteira (e os vizinhos também). Se seu filho continua infeliz, mesmo com todos os esforços para acalmá-lo, talvez você acabe se sentindo rejeitada.

Quando esse tipo de situação acontece, os pais costumam se culpar, atribuindo o choro incessante a sua incompetência como pais, mas quase nunca essa é a causa. Se você sabe que seu bebê está alimentado e confortável e que ele não está doente, e se já tentou de tudo, mas nada adiantou, é melhor dar um tempo e pensar um pouco em você -- senão fica difícil de aguentar. Veja algumas sugestões:

• Respire fundo.

• Se ajudar, use um fone de ouvido e ouça um pouco de música.

• Peça ajuda para uma amiga ou um parente. Deixe seu companheiro ou a avó assumirem os cuidados com o bebê, para você descansar um pouco a cabeça, nem que seja só enquanto toma um bom banho, com o rádio ligado para não ouvir o choro.

• Tenha sempre em mente que não há nada de errado com o bebê, e que o choro não vai prejudicá-lo. Pode ser que você fique bem mais tranquila se aceitar que seu filho chora bastante e ponto. É o temperamento dele. Pelo menos assim não precisará ficar maluca procurando os motivos do choro, nem se culpar, nem tentar mil e uma estratégias que nunca funcionam.

• Lembre: é só uma fase, e vai passar.

Já é difícil ter um recém-nascido em casa. Ter em casa um recém-nascido que não pára de chorar é mais difícil ainda. Aceite a ajuda das pessoas, em vez de deixar a situação ir piorando. E console-se com o fato de que a cada dia que passa seu bebê cresce, e aprende novas formas de se comunicar com você. Aos poucos, o chororô vai passar.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Os finalmentes...

Então estamos chegando à 40ª semana! Na quarta-feira fomos nós dois, futuros pais, felizes à última UltraSonografia do Nathan e, para nossa surpresa, ele estava com 3,9Kg! O leitor dirá : -É, mas o exame tem uma margem de erro que pode ser para mais! E eu digo: - Mas pode ser pra menos também – e nesse caso ele pode ter mais de 4Kg, já pensou?!

Bem, fato é que com o resultado do exame em mãos, fizemos a seguinte e simples conta: No exame anterior, em 27/01, o Nathan estava com 2,7Kg e agora, em 26/02 com 3,9Kg. Em 4 semanas ele ganhou cerca de 1,2Kg, o que dá 0,3Kg por semana! Continuando o raciocínio: Caramba, ele está muito grande e ainda temos potenciais duas semanas para esperar até ele nascer por conta própria (O limite é de 42 semanas)! Se ele continuar crescendo nesse ritmo, e usar todo o tempo que ele tem ‘direito’ de ficar na barriga ele terá quase 5Kg ao nascer!

Após a conclusão acima, confesso que a minha convicção de ter na memória o acontecimento daquela cena clichê da bolsa arrebentando e correndo pro hospital pra ter um lindo bebê (que mesmo com todos os recursos disponíveis) nasceu como manda a natureza, começou a parecer meio besta. Mas daí pensei: Ok, amanhã é a consulta com a Gineco e ela vai me dizer o que devo fazer!

Na 5ª fomos à gineco. Examina pra lá e pra cá e o que ela tinha pra me dizer era que tá tudo normal, não há o menor sinal de início de trabalho de parto e o Nathan tá grande! Pensei comigo: Dãã! Isso eu já sabia! Continuando a conversa, ela disse que poderíamos marcar cesárea ou que se eu quisesse esperar mais um pouco pra ver se dá pra ser parto normal, sem problemas também!Como podem ver, não ajudou muito! Mas respirei fundo, refiz as contas que estão aí pra cima e disse: Então vamos marcar a cesárea!

Confesso que essa foi uma decisão bem desconfortável e que mesmo depois de chegar em casa ainda sentia uma coisa estranha. Depois de pensar sobre o que está acontecendo e das grandes mudanças que virão a partir da semana que vem, concluí que afinal essa foi a primeira vez que tive que tomar uma decisão sobre uma vida que não é a minha, mas que estará, pelos próximos anos, sob minha responsabilidade e que, inevitavelmente, isso ainda acontecerá muitas outras vezes!

A partir daí, decidi que o melhor que tenho a fazer para esperar a chegada do meu filhote é checar se em casa está tudo certo para não precisarmos fazer compras pelos próximos dias; se todos apetrechos para o Nathan estão à mão e devidamente limpos, esterilizados e organizados; deixar uma comidinha leve pronta na geladeira para a volta do hospital; avisar a empregada; tirar umas últimas fotos para recordação e outras coisas que eu puder lembrar e que comporão mais uma das minhas inúmeras listinhas...É, muitas coisas estão prestes a mudar, outras não... Acho que a próxima postagem já contará com uma fotinha do nosso pequeno...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dia do exame: emoções clínicas e aeroespaciais para o Nathan

Até hoje estamos tentando formular uma explicação plausível dentro da física ou da antropologia pra entender como aconteceu. No dia da consulta com o gineco/obstetra, rotinas normais de nosso momento; ao sair do nosso prédio, Erika leva um tombo para desespero deste que vos escreve. Não tropeçou, não foi empurrada ou empurrou, em nada esbarrou; simplesmente caiu com a graça de uma mamãe com seu centro de gravidade mutável dia após dia. Em tempos passados, Erika já me deu alguns sustos com essas quedas, nada que sua agilidade de karateca não levasse a nenhuma consequência a não ser a minha pressão em 18:12... até ai tudo bem. O fato é que durante a gravidez isso nunca tinha acontecido. Refletia sobre o poder da maternidade que modifica até os nossos atos desastrados cotidianos: "Olha só meu amor, você não cai mais de madura". Falei cedo demais . Lá se foi Erika ao chão. Desta vez, no entanto, para proteger a barriguinha e seu filhote, ela não pode usar as técnicas aprendidas com o Sr. Miyagi do Karatê kid; "ralou" o joelho e rasgou um pouquinho aquele tradicional macacão de grávida ... Ópaió;



parece joelho de menino depois de estrepulias....

Faz biquinho não!!! Eu e Nat cuidamos de você!!!

Depois do susto, fomos a consulta. O médico ficou impressionado com o tamanho da barriguinha. Prognosticou que o Nat vai nascer grandão. No mais, tudo certinho e correndo as mil maravilhas. No dia 27 de janeiro vamos fazer o exame de Doppler e publico o vídeo para vocês verem como nosso menino esta lindo.
Beijão
A.N.E

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Desencontros: parecia que nada ia dar certo!

Dia de ginecologista e a mamãe atolada de trabalho. Eram tantas planilhas, estudos e demandas que não deu tempo nem de ligar para o consultóro. New Mom espera ansiosa para o atordoado New dad sair do trabalho depois de pepinos diários. Carro, trânsito, estacionamento, onde, onde vamos, vamos! Ufa, chegamos!


O olhar caído da recepcionista não indicava coisa boa;





- A senhora me desculpe, mas a doutora tem uma cesária de urgência as 18:00h e desmarcou várias consultas.

- Ahhh, tá.

- Tentei entrar em contato com a senhora por este número...

- Ahhh, tá. Mas ai, ó, não é 42 é 44 no número do celular.

- Por isso que não consegui.

- Então, acho que o jeito é remarcar a consulta...

- Pode ser neste dia.

- Pode, mas papai dançou. Fica de fora da brincadeira do consulta e das fofocas sobre o Nathan.

... não se pode ganhar todas.



PS- Neste dia experimentamos o temaki. Com peixes cozidos e bem limpinhos - cuidados da gravidez. Até nos desencontros se pode aproveitar.

PS2- Dias depois, nova consulta, tudo bem e com Nathan em plenitude.