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domingo, 15 de março de 2009

Sete motivos para o choro do bebê, e o que fazer para acalmá-lo

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
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Por que os bebês choram?
O bebê não pára de chorar. O que fazer?
Por que os bebês choram?


Todo bebê chora. Eles não têm outra saída. Até bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Como não podem fazer nada sozinhos, os bebês precisam dos outros para conseguir a comida, o calor e o conforto de que precisam.

Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar essas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você e seu companheiro vão começar a distinguir um pouco melhor cada choro do bebê, e farão o que ele quer mais rápido -- o que deve representar menos choradeira.

À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos e até sorriem. Tudo isso reduz a necessidade de choro. Os motivos mais comuns para o chororô dos bebês estão na lista abaixo. Se seu bebê não pára de chorar, experimente ir seguindo a lista item a item. Mesmo que nada dê certo, você vai ficar mais tranquila de saber que fez tudo o que podia para consolar seu filho.

• Preciso comer

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome. Isso só não acontece no primeiro ou no segundo dia depois do nascimento, pois nessa fase há crianças que quase não se alimentam. Se você está amamentando, percebe isso fácil, pois o colostro, aquele riquíssimo primeiro leite, é produzido em quantidades pequenas. O leite mesmo só "desce" por volta do terceiro dia. O recém-nascido tem o estômago pequeno, que não aguenta uma quantidade muito grande de leite.

Assim, se o bebê chorar, tente oferecer leite. Pode ser que ele não pare de chorar na hora, mas deixe-o mamar. Conforme o estômago dele for se enchendo, ele deve se acalmar. Caso o bebê já esteja de barriga cheia e continue chorando, talvez esteja querendo dizer a próxima coisa da lista.

• Preciso ficar mais confortável

Com toda razão, os bebês reclamam se a roupa está apertada demais ou se estão com a fralda suja de cocô. Há bebês que não estão nem aí se a fralda está com cocô -- é um quentinho gostoso --, e há outros que querem ser trocados na hora, principalmente se estiverem com a pele irritada. Verifique a fralda do seu filho e troque-a, se necessário. Talvez isso resolva o choro, portanto sempre vale a pena tentar.

Aproveite para olhar se não tem nenhuma roupa apertando demais ou alguma outra coisa incomodando, como um fio de cabelo seu enrolado nos dedinhos dele.

• Preciso ficar na temperatura ideal -- nem quente demais nem frio demais

Certos recém-nascidos detestam ficar pelados para a troca ou para o banho. Não estão acostumados a sentir o contato do ar com a pele e preferem ficar de roupa. Se seu bebê for um desses, você logo vai aprender a trocar a fralda em velocidade recorde, para acabar com as reclamações.

Tome cuidado para não exagerar nas roupas, senão a criança vai ficar com calor. Uma regra simples é deixar o bebê com um pouco mais de roupa que a sua: se você está de short e camiseta, pode colocar um macacãozinho comprido de algodão sem nada por baixo. Se você está de calça comprida e blusa de manga comprida, ponha nele um macacão com body e "mijão" por baixo.

Um bom jeito de verificar a temperatura do bebê é sentir a barriga dele. Se ela estiver quente e suando, tire um pouco de roupa. Se ela estiver fria, agasalhe-o mais. Não vá pelas mãos e pelos pés, porque eles tendem a ficar mais frios que o resto do corpo.

Cuidado para não exagerar nos cobertores na hora de dormir. O melhor é colocar uma mantinha embaixo das axilas do bebê, para não correr o risco de ele se enrolar nas cobertas.

• Preciso de colo

Há bebês que precisam de mais colo para se sentir seguros. Crianças um pouco mais velhas já se acalmam só de ver você no quarto ou ouvir sua voz, mas os pequenininhos precisam do contato físico. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Muita gente tem medo de "estragar" o bebê se der colo demais, mas nos primeiros meses de vida isso não acontece. As crianças são diferentes entre si: algumas não precisam de tanto contato físico, e outras querem ficar no colo quase o tempo todo. Se seu filho for da turma do colinho, você pode usar outras estratégias, como o canguru ou o sling (uma espécie de rede), que mantêm o bebê perto de você mas liberam suas mãos para fazer outras coisas.

• Preciso descansar

Seria ótimo se os bebês simplesmente fechassem os olhos e dormissem sempre que estivessem cansados, mas muitas vezes eles não conseguem fazer isso. Pode ser por agitação -- um dia cheio de visitas e atividades pode deixar o recém-nascido muito excitado, e ele tem dificuldade para "desligar". O excesso de estímulo -- luzes, barulho, passar de colo em colo -- pode deixar o recém-nascido inquieto, e é isso o que muitos pais percebem.

O bebê fica difícil no fim do dia, ou quando a casa está cheia. Talvez o bebê esteja só dizendo: "Chega". Experimente levá-lo para um lugar calmo, reduzindo o nível de estímulo. Pode ser que ele ainda chore mais um pouco, mas que depois finalmente se tranquilize e durma.

• Preciso me sentir melhor

Se você já deu de mamar, já verificou se ele está confortável, e mesmo assim seu filho continua chorando, é inevitável começar a pensar que talvez ele esteja com alguma dor. Para pais de primeira viagem é especialmente difícil saber se a criança fica insatisfeita com frequência só por temperamento (o que acontece com algumas delas, já que leva mais tempo para elas se adaptarem à vida fora do útero) ou se há algo de errado.

Quando o bebê está com alguma dor, ele chora num tom diferente do choro normal -- pode ser um choro mais desesperado, ou mais gritado. Por outro lado, para um bebê que chora bastante por natureza, o silêncio é que pode ser o sinal de que há algo errado.

O mais importante é lembrar que você conhece o seu filho melhor que qualquer outra pessoa. Se você sentir que há alguma coisa errada, dê uma ligada para o médico. Profissionais de saúde podem tranquilizar você sobre o choro, para que você tenha certeza de que a causa não é física.

Sempre procure o médico se o bebê tiver dificuldade para respirar enquanto chora, ou se o choro for acompanhado de vômitos, diarréia ou prisão de ventre muito prolongada. Para mais orientações, consulte nosso texto sobre quando procurar o médico.

• Preciso de alguma coisa... mas não sei o quê

Haverá ocasiões em que você não vai conseguir descobrir o que está fazendo o bebê chorar. Muitos recém-nascidos passam por períodos de inquietação, e são difíceis de acalmar. A choradeira pode durar alguns minutos ou então horas a fio. O quadro de choro constante e inconsolável às vezes recebe o nome de cólica.

Oficialmente, a cólica é definida pelo choro inconsolável por pelo menos três horas ao dia, e que aconteça pelo menos três vezes por semana. É muito difícil lidar com um bebê com cólica. A família inteira sofre e fica estressada. Se você conseguir, tente se concentrar no fato de que isso vai passar.

A maioria dos bebês supera a cólica por volta dos 3 meses. Para mais idéias, leia nossas estratégias sobre como lidar com a cólica.

O bebê não pára de chorar. O que fazer?
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Você pode tentar algumas técnicas para consolar seu filho. Nem todas funcionam com todos os bebês, por isso, conforme você for se familiarizando com seu filho, vai perceber qual combina mais com a personalidade dele.

• Segure o bebê bem perto de você, no colo, e tente enrolá-lo numa manta

Os recém-nascidos gostam de se sentir apertadinhos, como estavam dentro do útero, o que lhes dá segurança. Você pode experimentar enrolar o bebê numa manta leve e ver se ele gosta, sem apertar muito. O contato físico, no colo, principalmente se o bebê conseguir ouvir seu coração, costuma ajudar -- e você provavelmente fará isso por instinto.

Há crianças, porém, que não gostam de ficar enroladas na manta, e que preferem outras formas de reconforto, como o balanço ou a música.

• Ache um ritmo constante

Dentro do útero, o bebê ouvia os batimentos do coração da mãe. Depois que nascem, continuam gostando de ficar no colo, perto do som conhecido. Mas dá para tentar encontrar outros sons repetitivos e regulares como as batidas do coração, que tenham um efeito calmante. Às vezes, um ambiente mais barulhento, como o meio de uma conversa animada, acalma o bebê, por incrível que pareça.

• Nine o bebê

A maioria dos bebês adora ser ninado, com um leve balanço, e o seu tem grandes chances de gostar também. Pode ser caminhando com ele no colo ou sentada na cadeira de balanço. O carro também costuma ter um efeito relaxante. Grande parte dos bebês dorme com o balanço do carro.

Mas guarde essa alternativa para último recurso -- não vai ser muito agradável ter de sair de carro todas as noites. Evite condicionar o sono ao ato de ninar.

• Tente fazer uma massagem

Fazer uma massagem suave ou acariciar as costas ou a barriga do bebê pode ajudar a acalmá-lo. Se seu filho parece estar sofrendo de gases, tente colocá-lo para mamar numa posição mais ereta, e não deixe de fazê-lo arrotar depois. Você pode também fazer o movimento de "bicicleta" nas perninhas do bebê, para ajudá-lo a soltar os gases que o incomodam.

• Deixe-o chupar alguma coisa

Certos recém-nascidos têm uma necessidade muito grande de sugar alguma coisa, e chupar uma chupeta ou o dedo pode ser bem reconfortante. Esse tipo de sucção torna os batimentos cardíacos do bebê mais regulares, relaxa o sistema digestivo dele e o ajuda a se acalmar.

• Não exija muito de si mesma

Um bebê que passa o tempo todo chorando não está se prejudicando, mas com certeza está descabelando a família inteira (e os vizinhos também). Se seu filho continua infeliz, mesmo com todos os esforços para acalmá-lo, talvez você acabe se sentindo rejeitada.

Quando esse tipo de situação acontece, os pais costumam se culpar, atribuindo o choro incessante a sua incompetência como pais, mas quase nunca essa é a causa. Se você sabe que seu bebê está alimentado e confortável e que ele não está doente, e se já tentou de tudo, mas nada adiantou, é melhor dar um tempo e pensar um pouco em você -- senão fica difícil de aguentar. Veja algumas sugestões:

• Respire fundo.

• Se ajudar, use um fone de ouvido e ouça um pouco de música.

• Peça ajuda para uma amiga ou um parente. Deixe seu companheiro ou a avó assumirem os cuidados com o bebê, para você descansar um pouco a cabeça, nem que seja só enquanto toma um bom banho, com o rádio ligado para não ouvir o choro.

• Tenha sempre em mente que não há nada de errado com o bebê, e que o choro não vai prejudicá-lo. Pode ser que você fique bem mais tranquila se aceitar que seu filho chora bastante e ponto. É o temperamento dele. Pelo menos assim não precisará ficar maluca procurando os motivos do choro, nem se culpar, nem tentar mil e uma estratégias que nunca funcionam.

• Lembre: é só uma fase, e vai passar.

Já é difícil ter um recém-nascido em casa. Ter em casa um recém-nascido que não pára de chorar é mais difícil ainda. Aceite a ajuda das pessoas, em vez de deixar a situação ir piorando. E console-se com o fato de que a cada dia que passa seu bebê cresce, e aprende novas formas de se comunicar com você. Aos poucos, o chororô vai passar.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Meias e mais meias: jeito Sarah Jessica Parker da vovó Rose Marie

Estava a pensar sobre alguns presentes, ou melhor, uma sequência de presentes que o Nat ganhou e um destes me intrigou ante a uma âmbito de possibilidade de tese de psicologia. Quando vi o pequeno possuia cerca de 15 pares de meias advindos da mesma fonte. Pensei (não encarem como inveja, por favor): "nem eu tenho tanta meia e meu pé não vai crescer mais"!!! Aí resolvi realizar uma pesquisa de campo para desvendar o que se passa na mente de vovó Rose Marie para presentear seu primeiro neto com tanta meia. Descobri uma certa obcessão por sapatos - aquela coisa meio Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker em Sex in the city)- que foi transferida para o menino. Bom, tá ai a coleção de meinhas do Nathan. Bonitinho, não.

Valeu vovó!!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tia Mariana Vilani: O Nathan fez uma professora aprender uma nova habilidade

Bom, pode parecer prepotência da nossa parte, mas o conjuntinho de crochê (ou será tricô? desculpem a ignorância...) foi feito pela minha queridíssima tia Mariana Villani, lá de Porto Alegre. Até onde vai meu conhecimento, ela não fazia este tipo de trabalho tão lindo mesmo tendo variadíssimos talentos. Fiquei sabendo que ela aprendeu e, na minha imaginação de sobrinho, penso ser uma bela homenagem ao Nathan. Tia Mariana, vó Iva-"in memorium", tio Paulo e meus primos eram o sonho dourado de nossas bagunças no final do ano. Claro que me reporto aos deliciosos anos 80, no tempo que alegria pra menino era reunir a "tchurma" para tocar a zona... Nossa tia, quanto trabalho a gente deu pra vocês. Tia Mariana é professora e psicopedagoga. Uma sábia entre nós. Quando eu era pequeno a admirava não só pela sua inteligência, beleza e simpatia. Lembro-me das conversas e risadas com meus pais e o jeito como eles discutiam determinados assuntos. Acho que aquilo me influenciou muito para aprender e um dia, quem sabe, pudesse conversar de igual com aqueles caras que falavam bonito e exibiam uma vernácula distrinchando assuntos de política, economia e sociedade como poucos vi ou ouvi em retórica.
Beijão Tia Ma, tio Paulo e meus primos (Léo, Henrique e Gustavo) saudade de vocês!!! Esperamos vocês aqui em Brasília...


Ela mandou estas roupinhas para o Nat ficar bem quentinho!!! Muito obrigado!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Presentes ao Nathan: mimos de Suzano (SP)

Ficamos muito felizes ao receber os presentes que vieram lá de Suzano (SP) de nossos tios, primos e avós. Valeu Vó Hilda, tia Rose e tio Pedro, Mariane e priminho.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Nathan descobriu minhas costelas direitas!

O Nathan descobriu minhas costelas direitas! Explico:

Já faz dias que estamos curtindo os nítidos chutes do bebê, que aconteciam sempre da linha do umbigo pra baixo, mas de uns dias pra cá tenho sentido também movimentos acima da linha do umbigo, o que deduzo que são socos, cotoveladas e cabeçadas ou o Nat está dando cambalhotas lá dentro!

Mas ontem foi um dia interessante! Voltando do almoço para o trabalho senti uma fisgada louca do lado direito, a ponto de ter que me curvar um pouco nessa direção pra poder andar. Porém, a tarde no trabalho passou, senti ainda algum incômodo, mas sentada, quietinha foi tudo bem.

Hora de ir pra casa: Enquanto eu levanto, desligo o computador, saio no corredor para esperar o elevador sinto outra fisgada daquelas no mesminho lugar de antes. Comecei a fazer massagem e pressionar o lado direito da barriga pra ver se o Nat se ajeitava em outra posição, mas nada da sensação passar. Enquanto dirigia o carro de volta pra casa, fiquei criando a cena na minha cabeça, daquelas de desenho, sabe: Alguma coisa como a cena aí em baixo, não com o martelo da tecla do piano e o Jerry, mas com a pontinha da minha última costela da direita e os dedinhos do Nat...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Prévia do quarto (ou esconderijo secreto) do Nathan.

Agora me empolguei com minhas mirabolâncias de vídeos amadores e representantes pós modernos e vanguardistas da edição supra elaborada com fins didáticos pedagógicos. Resolvi fazer um pra mostrar o quartinho do Nathan. Tem muito coisa pra fazer, mas já esta ficando o cantinho dele e nosso. Sim, dizem as lendas das Terras Médias que bebês tem a incrível capacidade de manter seus sagazes pais acordados a noite inteira. Eu, cético como sou, não acredito que seres tão angelicais fariam isso com seus amados genitores... Deve ser coisa do PT...





Versão no You tube se o blogger ficar bobo e não mostrar o vídeo.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Nathan ainda não nasceu mas já ganhou presentes de menino grande

Sempre que encaramos a chegada de nosso pequeno, vislumbramos a idéia do bebê, pagão, bercinho, proteção, amamentação, pequeno pacotinho dependente e indefeso. Aquela sensação de primeiro filho nos remete a imaginação de cenas clichês que transcendem momentos maternais com a gente carregando aquela criança bela enrolada em um monte de panos quentinhos.

Sempre há aqueles que nos rodeiam e, com sua vivência, extrapolam e enxergam além. Talvez, já consigam ver o Nathan fazendo aquela sujeira ao tentar comer e estabelecer a complexa coordenação motora que envolve colher, prato, pegar comida (se possível com a colher) e, em um esforço único, acertar aquela abertura na cabeça - que os pais torcem que seja a boca, mas pode ser as narinas, as orelhas ou mesmo os belos olhos).

Joguinho "food pró lambuzado" (presente da vovó Rose Marie)

Há outros que imaginam o potencial Nathan com suas roupas esportivas by Tênnis Club ou vestido pra balada. A mamãe pode ficar enciumada, afinal, vai que ele se apegue a uma menina bonitinha que não resistirá ao charme do menino...



Roupinha pró baladas (presentes do tio Benhur)

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Um sapinhozão para o Nathan

Atendendo as justas reclamações da vovó Rose Marie, apresento-lhes o novo amigo do Nathan, o gentil sapinhozão que o bebê ganhou da reclamante e que, segundo ela, vai cuidar do neto enquanto ele dorme.


Pra falar a verdade, das duas uma, ou o Nat se apaixona pela verde criatura, ou ele assusta de vez com estes olhos grandes e hipnóticos. Bom, se a primeira opção vigorar, sentirei a força de um biólogo no pequeno bebê. Só o empirismo nos responderá. No segundo caso vigorou a genética dos estatístico no pequeno infante.
Alguém tem alguma forte lembrança sobre os bichos de pelúcia que romantizaram sua infância ou se tornam pesadelos horrendos? Pra desespero dos pais, em ambos os casos, imagino aquele toco de gente carregando aquele bicho peludo ensebado pra cima e pra baixo. A mãe em desespero, tenta lavar aquela coisa enquanto a outra pequena criatura berra em um choro agudo e constante. Na antítese, fica o pai, os avós ou tios dizendo: "olha que bonitinho"! E a criança abre as cataratas do Iguaçu com aquela face de quem acabou de ver o Freddy Cruguier estampado no mundo Real.
Voltamos: tudo é empirismo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Toques e repiques: e daí que a bolsa despenca, meu filho esta mexendo!

Faz algumas semanas que estamos tentando identificar os movimentos do Nathan de forma mais real. Na hora das massagens na barriguinha da mamãe; quando estamos vendo filmes ou séries (os pais do Nathan são vidrados em sitcom's); logo depois das refeições (o bebê fica mais agitado com a presença de glicose no líquido amniótico). Ehh, nada...

Nas ecografias ele pula o salto triplo carpado, mas a gente sentir... nada! Lendo a literatura especializada e a de outras experientes mamães, ouvimos de tudo.

- Se preocupe não, a partir da 12ª semana a gente sente os movimentos perfeitamente!

Concluímos que é a típica declaração de outras mães confundido gases intestinais com o movimento do feto. Tadinho(a) da criança, não nasceu e já é chamada de cocozão gasoso (como se na vida não tivéssemos vários que nos chamam assim). Decidimos que teríamos certeza que é o Nathan se mexendo e não um movimento peristáltico qualquer.

Mas a literatura especializada descreve os sentimentos táteis da mãe em relação ao seu bebê a partir da 16ª semana. Ora, os caras são especialistas! Seis anos de medicina e mais 3-4 anos em residências e especializações devem contar alguma coisa. 16ª, 17ª, 18ª, e nada...

- Vamos diminuir a ansiedade amor. Talvez o Nathan seja discreto como a mãe e não aparecido como o pai (que bom, aparecidos geralmente viram políticos ou professores).

No jeitinho dela, sem fazer muito alarde, a mamãe continuava sua investigação minuciosa e perseverante.

- Mexeu!!! Juro!!!! É bem levinho mas eu senti...

Lá vai o pai babão deixar a mão sobre a barriguinha por horas, e.... nada! Aprendi a digitar com uma mão só pra tentar sentir o Nathan até trabalhando em casa ( e olha que quando tinha idade pra aprender a digitar com uma mão só, não tinha acesso a internet ou bate-papo promíscuo).

Não sei se me sentia um pai incompetente ou transferia a culpa para os desejos da mãe que confundiram o citado movimento peristáltico com um movimento do baby. A Erika já me confortava dizendo que minha mão era quente e que provavelmente, sobre a barriga dela, fazia o Nathan dormir em berço esplêndido (esta mais pra piscina esplêndida).



Ontem, depois do índice bovespa bater 14,66% de valorização consegui sentir meu filho. Parecia um peixinho se movimentando no oceano. Precisei, quase, de linhas laterais (se não lembra o que é isso, veja suas aulas de biologia), pra sentir. Depois, senti um movimento mais forte. Era Nathan dizendo:

- Pai! Tô aqui! Subiu mais de 14%, caramba hem!

Dormi feliz da vida. Rezando para novos repiques do mercado pra sentir meu saltitante filho novamente.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O quarto do Nathan: Filho! Seu quarto está ficando lindão.

Hoje cumprimos mais uma etapa no quarto do Nathan. Depois de um dia de trabalho e com o coração na mão vendo o vermelho "sangue" no mercado financeiro (éhh filho, ainda bem que você é novinho e vai ter uma longaaaaaaaa vida, parece que os investimentos exigirão longo prazo). Decidi investir na melhor coisas de nossas vidas: nosso filho. Aproveitei a tarde livre pra cumprir umas rotinas pendentes. Aproveitei pra ver se achava a cama que vai aconchegar seus pais, avós, tios quando vierem cuidar de você (no futuro, esta cama vai ficar bem amaciada pra ti... :-)) .


O comércio é uma selva tosca de vez em quando. Achei sua cama, o vendedor me mostrava com afinco aquele tesouro por um preço que era uma oportunidade única. Fala daqui, fala dali, negócio fechado. Não é que o monstro faz duas ligações e chega com um olhar decepcionado, e diz que o preço não era aquele, mas que me faria um preço por uma outra oportunidade única. Bom, o vendedor ficou com suas oportunidades únicas e com seu olhar de peixe morto.


Ao mesmo tempo, achei uma outra loja na W3 norte, a mesma cama; com outra "oportunidade única" mas com a promessa de me entregar o móvel em 30 minutos. Nossa! Era cama ou pizza? Só faltou dizer que se demorasse um pouco mais eu não pagava ou ganhava um bônus para uma calabreza. Resumo, tem gente que sabe vender. Olha a cama ai;






Mamãe chegou em casa e recebeu a surpresa. Já queria fazer o "mexe-mexe" como ela fala, pra ver como ia ficar. Puxa daqui, arrasta dali, olha como ficou:









Parecia bom, era o que tinhamos planejado nos projetos computacionais de sua mãmae (filho, ela faz maravilha com um excel na mão). Mas, palavras de sua mãe, não era a PLENITUDE (lembra Karen)...



Puxa de novo, arrasta mais um pouquinho, ficou assim;







Papai cansou e resolveu inaugurar a sua cama nova;





Bom, se um dia a Erika achar meu desodorante com cheiro forte, já tenho onde dormir (viu ai Pimenta, qualquer coisa esta a disposição).


Nathan, aos pouquinhos seu quarto vai se aprontando. É o berço dado com amor pelos seus avós Augusto e Rosa; a banheirinha/trocador, presente da Tia Keila; um armário enorme que mamãe projetou pra guardar suas roupinhas e brinquedos. E a cama, pra os que te amam muito ficarem cuidando do teu sono e vibrar com suas primeiras descobertas.

domingo, 5 de outubro de 2008

Novos presentes ao Nathan

Eita filho amado;

Tem muita gente que já te adora antes de você chegar definitivamente neste planeta. Vovó Rosa foi lá pra nossa terra mãe (o nosso Rio Grande do Sul) e trouxe novas roupinhas pra você (estão ai, na foto logo abaixo). A sua mãe adorou os macaquinhos com tartarugas e bichinhos.
Com estes presentes, seu pai descobriu finalmente o que é um pagão (ou pagãozinho). Fiquei sabendo até porque se chama assim... tem algo relacionado a você usar nos primeiros dias após seu nascimento. Como nestes dias você ainda não foi batizado é, portanto, pagão... entendeu... pagão... Bom, religião a parte, achei a roupinha muito legal; pá, pá e você já esta vestido. Show!!!

JURO PRA VOCÊ que não estou pedindo coisas verdes mas elas estão chegando. Acho que seu destino é o Palmeiras (pra desgosto de seu avô Augusto que te vê colorado).
Para não dizer que estou influenciando seus futuros gostos futebolísticos, olha ai a banheira/trocador que a Tia Keila te deu de presente... (note a cor)!

Chique esta sua banheira, em Nathan!!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Presentinhos do bebê: agradecemos o carinho

Para agradecer os presentes (gifts como diz a Tia Alessandra) recebidos até agora, tiramos fotos e as publicamos para agradecer aos avós, tios, tias, primos, primas, amigões e amigonas que nos rodeiam e farão parte do universo de nosso filho.

Beijão a todos



Olha ai, a vovó- eu disse vovó, :-) - Rose Marie com belíssimas contribuições ao enxoval do seu primeiro neto. "Bunitim" demais!






Este foi um presente da Tia Helimar e do seu baby- o Bernardo. Hehehe trouxe uma fazenda para o quarto do bebê (só falta a enxada)!!!






Estes são os "gifts" da tia Alessandra e do tio Ronie. Estes ai são viajados. Pra cada lugar que ela vai traz um presente pro baby (inclui-se Ceará, Maceió, São Paulo, Paris, Tokyo, marte, netuno e pra onde mais a Anvisa manda a Alê).


Estes ai foram pra arrastar uma brasa pro pai da criança. Éhhhh, sapatinhos do sagrado Palmeiras e com meinhas pra combinar. Pouco não, bobão. Valeu Tio Benhur.



Um mimo com tinta atóxica (como ele mesmo frisou)! do Tio Edmilton. Tai um bicho que eu sempre torci- O Tom- aquele ratinho é meio irritante.






Olha aí, Nathan, o presente que a tia Adriana e o tio Ricardo deram para ti. Já estão preocupados com seus dentinhos quando começarem a crescer. Obs- A tia Adriana disse que por sua causa ela vai deixar a Aline namorar homens mais novos. O tio Ricardo não gostou muito da idéia. É isso ai filho!!!