sábado, 27 de dezembro de 2008

Natal: jingle bells, jingle bells

A família possui propriedades interessantes. Acredito ser o único grupo familiar onde mesmo depois dos percalços de relação humana; mesmo depois de motivos para que nos afastemos; continuamos unidos por uma força metafísica além de nossa mera compreensão consciente. Amor, união espiritual, karma, chame do que quiser. O fato é que não conseguimos definir nosso existencial fora de uma família, quando pela graça de Deus, fomos criados dentro do mais poderoso e celular grupo humano que pode ser contemplado dentro do que denominamos história.
Hermenêutica a parte, vamos falar de um assunto mais leve- ou não- as reuniões de Natal. Ceia farta, troca de presentes, pinheiros e luzes decorativas; acima de tudo, um momento para relembrar a família sagrada e o nascimento de nosso irmão mais exemplar, exemplo único de conduta evolutiva: Jesus Cristo. Evocando o seu nome e a presença de nosso pai supremo, que a família em seu ideário permaneça.

Feliz Natal a todos

A N E




Vovô e vovó recepcionam no Natal




O Arthur experimenta o colo do novo Tio Sérgio, namorido da tia Karen




Olha o momento de comilança!


Os pais do Nathan no momento natalino


Tia Karen e tio Sérgio



E mantendo a tradição. Mais um video produzido por nós para eternizar o momento.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Pré Natal com os Vidal

Dias antes do natal, o vovô (Edward) e o tio (Edmilton) nos ofertaram um almoço pré natalino com direito a um belo bacalhau. No dia seguinte eles partiriam para Suzano (São Paulo) levando nosso abraço saudoso aos primos, tios e amigos estimadíssimos que acompanham nossa saga grávida de longe.

Opa!!! Outro videozinho para o momento!

Beijão natalino!




quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Níver da Ana Paula: mamãe com mais uma primavera e com um presentão a caminho

Entre uma postagem e outra em nossos sites, entre as trocas de comentários que mantemos com nossos amigos Ana Paula e Pimenta, nos veio o convite para comemorarmos o aniversário da Ana lá no Chili Peppers. Grata foi nossa surpresa ao encontrar gente muito querida. Bons papos...

Uma coisa ficou pendente neste momento: a conta do Ronaldo Abdala pelas consultas que ele realizou para as grávidas e não. Deve ser por isso que dizem que médicos o são o tempo inteiro.

Umas fotinhas são sempre ótimas para recordar os micos destes momentos.

Parabéns Ana e que venha João!






Olha aí os pais do João Vitor... aproveitem! Depois as farras serão entre fraldas chupetas.


Reunião anual de mamães mexicanas. Viva a balada do pistoleiro!!!





sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Barriguinha de 28 semanas

Pois é, até uns dias atrás eu ainda usava as minhas velhas roupas do dia-a-dia, que estão meio apertadas e tal, mas as blusas mais soltinhas ainda vai lá, fica meio esquisito formando uma prega no meio das costas mas vamos levando assim mesmo, até porque não dá pra fazer um novo guarda-roupas pra usar apenas por alguns meses.

O problema dessa fase é passar pela situação de encontrar com pessoas conhecidas mas que não necessariamente sabem que você está grávida e que ficam olhando pra sua barriga com certo constrangimento pensando se perguntam ou não... Quando dá pra parar e conversar, o melhor a fazer é dar um jeito de me antecipar dizendo - Não, não engordei, tô grávida mesmo! O problema é que, às vezes o encontro é no elevador ou na rua e aí só dá pra perceber o tal olhar curioso, que vai ter que ser desfeito só no próximo encontro.


Bem, o fato é que agora não tem mais esse problema. Todos que me encontram, já vão dizendo de cara, - tá grávida!!! As roupas agora já não deixam dúvida porque, na maior parte do tempo, estou trajando um macação jeans de grávida ou uma bata bem soltinha (que também é de grávida) que deixa a barriga e o Nathan bem à vontade.

Taí para registro então, a barriga de 28 semanas...









terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Chá de Bebê: um momento familiar

Depois de um longo e tenebroso hiato de fim de ano- termo que estamos usando muito aqui em casa, nos referenciando às pausas de séries de TV- voltamos, aos pouquinhos, a postar no nosso blog de família. Um momento gostoso de dezembro foi o chá de bebê encabeçado pela família e amigas(os) da estatística-UnB. 
Revemos bons amigos, o Nathan esta com um monte de fraldas (modo de falar, acho que dá para um ou dois meses. Como estes baby fazem cocô)!!! E claro, colocamos os papos mais ou menos em dia. Muitooooooooooo obrigado vovó Rose Marie por ter cedido a casa e preparado um montão de quitutes para este encontro.


Tia Camila e sua linda família


Tia Aline, Tio Ricardo e Aline (a amiguinha do Nathan. Não digo namorada porque o pai da menina e grande como deu pra notar).

Olha a madrinha e o padrinho do Nathan. Valeu Alê e Ronnie.



Vovô Augusto e Vovó Rosa continuam a corujar o Neto



Tio Emerson, Tia Kalinka e o priminho Arthur (nosso reizinho).





Videozinho amador nas nuanças da comilança


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Nathan descobriu minhas costelas direitas!

O Nathan descobriu minhas costelas direitas! Explico:

Já faz dias que estamos curtindo os nítidos chutes do bebê, que aconteciam sempre da linha do umbigo pra baixo, mas de uns dias pra cá tenho sentido também movimentos acima da linha do umbigo, o que deduzo que são socos, cotoveladas e cabeçadas ou o Nat está dando cambalhotas lá dentro!

Mas ontem foi um dia interessante! Voltando do almoço para o trabalho senti uma fisgada louca do lado direito, a ponto de ter que me curvar um pouco nessa direção pra poder andar. Porém, a tarde no trabalho passou, senti ainda algum incômodo, mas sentada, quietinha foi tudo bem.

Hora de ir pra casa: Enquanto eu levanto, desligo o computador, saio no corredor para esperar o elevador sinto outra fisgada daquelas no mesminho lugar de antes. Comecei a fazer massagem e pressionar o lado direito da barriga pra ver se o Nat se ajeitava em outra posição, mas nada da sensação passar. Enquanto dirigia o carro de volta pra casa, fiquei criando a cena na minha cabeça, daquelas de desenho, sabe: Alguma coisa como a cena aí em baixo, não com o martelo da tecla do piano e o Jerry, mas com a pontinha da minha última costela da direita e os dedinhos do Nat...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Tia Carol: quando quiser cuidar do Nat, sei que o fará muito bem!

Olha ai tia Carol. Uma singela homenagem pelo seu aniversário e uma demonstração do belíssimo senso maternal desta grande amiga.



Beijão




segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

40 presentes que o dinheiro não compra

Conversando com Erika, lia este artigo da Pais e Filhos de dezembro de 2008 (literatura comum nestas alturas do campeonato). De certa forma, a emoção trazida por cada um dos "presentes", talvez por que alguns deles foram vividos por nós com nossos pais, talvez porque se trata de um desejo intrínseco de viver momentos com nossos filhos que são eternizados na memória de uma família. Bem, registro pois se um dia eu sentir que posso estar falhando como pai, sempre terei que lembrar o que verdadeiramente importa. 

Beijão a todos

A.


40 presentes que o dinheiro não compra
por  equipe Pais&FIlhos 28 de novembro, 2008

Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida



1. Tomar banho de chuva, tem coisa mais gostosa? Dançar na chuva, sentir na boca o gosto da água, até você e seus filhos ficarem ensopados. Você tem vergonha? Deixa disso, Gene Kelly fez tudo isso com o maior charme num filme antológico, Cantando na
Chuva. Aliás, ótimo para vocês verem juntos depois daquele banho quentinho...

2. Ensinar um jogo. Não vale videogame ou brinquedo comercial, mas, sim, queimada, taco, mico, pular corda, amarelinha. Aquelas coisas você adorava fazer quando era criança.

3. Cuidar da natureza é tudo! A sábia escritora Ruth Rocha diz: “Para que a Terra continue a nos dar tudo o que precisamos para viver é preciso cuidar dela melhor que da nossa própria casa. Da casa podemos nos mudar, da Terra não”. Criança tem de saber, desde cedo, que a natureza é sagrada. Tem coisa melhor do que regar jardim, cuidar de plantas e de bichinhos, fazer trilhas e andar na praia com seu filho?

4. Empinar pipa, lembra? Juntar as varetas, colar o papel, fazer a rabiola e sair por aí empinando. Deixe a timidez de lado e vire criança de novo: vá até o parque ou descampado mais próximo de sua casa e divida com seus filhos a alegria de ver a pipa subir, subir, subir... Ou cair, cair, cair. O que vale é a diversão. Se joga!

5. Plantar feijão no algodão. Tem coisa mais escola primária? E mais profunda?
Ver a vida se reproduzir ali, num vasinho que você monta com as crianças, joga a semente e, depois, fica vendo a plantinha crescer. Além de observar como é lindo o ciclo da vida, seu filho aprende, na prática, que, se tratamos bem a natureza, ela nos dá belos frutos.

6. Um banho de piscina ou de esguicho. No prédio, no clube, em casa de amigos, em piscinas municipais e até em hotéis bacanas na sua cidade onde dá para freqüentar a piscina pagando por dia. Se nada disso der certo, sempre há o bom e velho banho de esguicho no quintal.

7. Cuidar dos bichos. Dar comida, banho, passear, visitar o veterinário: ter um bichinho, além de divertido, também implica amor e responsabilidade.

8. Criar o “Dia do Errado”. Neste dia, vale tudo: faltar ao trabalho e à escola, pra você e seu filho ficarem livres de tudo! Vestir roupa do avesso, comer em horas
erradas, pois o bom de levar uma vida certinha é poder quebrar as regras uma vez ou outra, né?

9. “Hoje quem manda é você”.
Assuma: vez ou outra, as crianças devem sentir o gostinho de assumir o controle. Qual será o almoço, o passeio, a roupa, o lanche da tarde? Eles escolhem tudo! Dentro dos limites do bom senso, claro. Aí eles sacam que a vida é cheia de opções e que nem sempre é fácil tomar todas as decisões. 

10. Contar histórias. Essa é das antigas e nunca sai de moda. Saiba que as histórias que você conta para eles vão fazer parte de seu imaginário por muito tempo. Através delas visitam o mundo sem sair de casa e vivem as alegrias e dificuldades que os heróis das histórias enfrentam. Quando forem heróis de sua própria história vão lembrar com carinho desses momentos.

Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida




11. Piquenique no quintal, na varanda do prédio, no sítio da família, na casa da avó... Não importa o lugar, o que vale é aquele clima gostoso, todo mundo comendo com as mãos, batatinha, cachorro-quente, refrigerante, suas guloseimas favoritas, risadas, brincadeiras. Uma farra, cujas memórias a gente guarda para o resto da vida.

12. Montar a árvore de Natal. Vocês escolhem juntos a árvore e fazem os enfeites. Pintam bolas, fazem laços, penduricalhos de pipoca, fitas, papel. Vale a sensação de ter a árvore mais linda do mundo (mesmo que ela não seja lá essas coisas).

13. Compor uma música. Se você leva jeito para algum instrumento, ótimo. Senão, vá inventando estrofes com seu filho: o legal é ter a cara dos dois. Se der para gravar, melhor ainda. E faça cópias: não vá perder uma preciosidade dessas.

14. Ensinar uma receita de família. Libere geral a cozinha, façam uma lambança, lambam os dedos e, depois, limpem tudo. Enquanto estiverem com a mão na massa, conte como era a vida quando você aprendeu aquela receita... e bom apetite!

15. Um passo só seu. Som na caixa, uma roupa gostosa e dancem à vontade, como se ninguém estivesse vendo. Inventem um, dois, mil passos, criem uma coreografia
maluca – e que, na hora da festa, só vocês sabem dançar... É fera!

16. O barquinho vai... Num dia de chuva, ensine seu filho a fazer barquinhos de papel, formar uma flotilha e "navegar” para aqueles lugares que vocês adorariam conhecer. E aproveitem para cantarolar: “O barquinho vai...”

17. Inventar uma festa original para o Ano Novo, por exemplo. Pode ser um luau, com a dança do hulahula na praia, saias de ráfia, colar de flores, tudo inventado por vocês. “Da última vez que fizemos o hula-hula em Ubatuba”, conta Patrícia Broggi, “o sol, de presente, se pôs e ganhamos uma enorme lua no céu”. Não é lindo?

18. Clube das Mulheres. Bole um dia só de mães, filhas e amigas: ir ao shopping, ao salão de beleza, almoçar num lugar bacana, pegar um cinema, dar risada, abraços e
beijinhos. O tempo não pára. Aproveitem!

19. Lugares novos, de outro jeito. Vá a pé, de metrô ou ônibus visitar um museu ou um parque com seu filho. Caminhadas e transporte coletivo soam como novidade quando não fazem parte da rotina das crianças. De quebra, elas ainda aprendem a se situar e a entender melhor a cidade.

20. Brinquedo de sucata. Moderno e ecológico: criar algo único a partir de objetos descartados. Seu filho aprende que nada se perde e tudo se transforma. Solte a imaginação: móbiles de CDs, instrumentos musicais com garrafas PET, casinhas de caixas, tampinhas de garrafa...Invente!
Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos que os melhores presentes não podem ser comprados. Aproveite as festas para dar a eles algo precioso – que não custa nada, mas que ficará para o resto da vida


21. Criar uma peça de teatro. É uma curtição! Os pais ajudam os filhos a montar um verdadeiro espetáculo, com palco, cortina e tudo: inventam texto, figurino, cenário; fazem convites e, na data marcada, encenam uma apresentação inesquecível para o resto da família. Com direito a fotos, é claro!

22. Ter um diário ou escrever memórias num caderno. É um hábito riquíssimo. Nossa diretora editorial, a Monica, faz isso desde garota. A vida está cheia de coisas fascinantes (às vezes boas, outras nem tanto) e são essas experiências de vida que nos fazem ser quem somos. Mais pra frente, quando seu pequeno for um adulto, vocês podem reler juntos as aventuras e os momentos felizes de suas vidas. Recordar é viver, né?




23. Ter um amigo. Dizem que amigos são a família que a gente escolhe. É verdade. Cultivar uma amizade, respeitar as diferenças e aproveitar muuuito um amigo é uma
das bênçãos da vida. E, se for de verdade, fica do nosso lado pra seeeeempre.

24. No escurinho do cinema. Pode ser um filme bacana que está no circuito, para o qual vocês compram ingressos, curtem na telona com a sala escura e, depois, vão comer o hambúrguer favorito numa lanchonete. Ou então em casa, mesmo, no sofá, com pipoca e guaraná. Se possível, tire do baú vídeos antigos, de quando você e eles eram pequenos... doces memórias!

25. Saúde sempre em dia. Quando um filho se machuca, a gente se machuca também. Com saúde não se brinca e, por eles, a gente faz tudo. Cuidar deles com carinho, levar ao médico, ficar de olho, não tem preço. É um presentão indispensável que damos aos pequenos.

26. Entusiasmo. A palavra vem do grego e quer dizer ter Deus dentro de si. A pessoa entusiasmada faz as coisas acontecerem. Cultivando o entusiasmo você ensina seu
filho a ter entusiasmo pela vida, pelas pessoas, por seus sonhos. É lindo.

27. Ter fé. Acreditar é uma bênção. Ter a certeza de que existe algo maior que nós, independentemente da religião. Essa crença nos ajuda a entender melhor a vida, lidar com nossos problemas, desenvolver a esperança, instrumentos valiosos para o futuro deles.

28. Respeitar o próximo. É vital para ser respeitado. É uma dádiva aprender, desde cedo, a respeitar o outro numa sociedade tão individualista. Somos melhores se acreditamos que todos são iguais e devem ser tratados com a mesma delicadeza. Para Rousseau, sempre foi mais valioso ter o respeito do que a admiração das pessoas. A
gente concorda com ele, totalmente. 

29. Correr atrás dos sonhos. Os sonhos são a forma onde criamos a realidade. Não há nada melhor do que correr atrás de um sonho e ver que seu esforço resultou num final feliz. Sonhe com seus filhos: quando acreditamos e trabalhamos nesse sentido, nossos sonhos se realizam.

30. A importância do carinho. Dizer aos filhos o quanto eles são importantes pra gente é algo que deve ser feito SEMPRE – e desde cedo. Eles podem não entender, mas sentem. Afeto é um investimento para toda a vida. Tratados com afeto, os filhos serão afetuosos e construirão um mundo melhor.
31. Caridade. Junte roupas e brinquedos que seus filhos não usam mais e doe a uma creche, um orfanato. Se puder levar até lá junto com seus filhos, ainda melhor: um
aprendizado para toda a vida.

32. Colinho de mãe. Se há uma coisa que a gente nunca deixa de querer é colo de mãe. Não importa a idade, tem hora que todo mundo fica carente e quer um colinho de mãe mesmo. Ofereça o seu, sempre, mesmo quando seus filhotes pareçam só estar fazendo birra... pois colo de mãe nunca é demais.

33. Valorizar tudo o que vier deles. Sabe aqueles rabiscos ininteligíveis que a criança adora fazer e dar de presente? Pois saiba recebê-los como se fossem os presentes mais preciosos do mundo. Seus filhos se sentem amados pelo que são, ganham autoestima e produzem mais e melhor.

34. De graça. Ensinar que há coisas que o dinheiro não compra meeeesmo: alegria, amor, respeito, amizade, ternura = tudo de bom, valores que nossos filhos recebem de graça e devem aprender a valorizar, sempre.

35. Pedir perdão. Não significa perder a autoridade, não. Todo mundo erra. Por mais que a gente tente ser justo, há horas em que pisamos na bola. Uma bronca exagerada, um castigo desnecessário, um grito fora de hora... Depois, a gente fica mal, com aquele
peso na consciência. Peça perdão: ao pedir desculpas você ensina seu filho a reconhecer o erro e reparar o que foi feito.

36. Saber ouvir. Falar é prata, ouvir é ouro, diziam nossas avós. Ouça o que seu filho tem a dizer, sem repreender, interromper ou dar conselhos. Um pai se julgava exemplar até seu filho de 7 anos, em terapia, dizer a ele tudo o que pensava. O pai nunca imaginou que era daquele jeito que o filho o via. Ouvir é preciso!




37. Ler um livro juntos. Cada um lê um pouco, em dias alternados, e vocês, juntos, criam um mundo particular, cheio de significados.

38. Dar liberdade. Seu filho deve bater as asas sempre que tiver oportunidade. Dormir na casa de um amigo, passar um tempo com os avós, para sentir e controlar a saudade de casa. Os muito pequenos, às vezes, ligam pedindo socorro. Dependendo do caso, corra para buscá-los. Por enquanto, é só um teste...

39. Dar risada. Nada mais saudável! Dê risada em todas as horas possíveis. E mostre ao seu filho que é muito bom aprender a rir da gente mesmo! É algo que vai ajudá-lo para o resto da vida.

40. Amar, amar, amar, amar demaaaaais. Encher os filhos de amor e passar adiante esse sentimento através de seu exemplo. Tá combinado?

Consultoria: Rubem Alves, pai de Sérgio, Marcos e Raquel, é escritor, mestre em teologia e doutor em filosofia. Lidia Aratangy, mãe de Claudia, Silvia, Ucha e Sérgio, é psicoterapeuta. Regina Migliori, mãe de Andréa, Melissa e Isadora, é diretora do Instituto Migliori e Consultora de Cultura de Paz da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), www.migliori.com.br. Mario Sergio Cortella, pai de André, Ana Carolina e Pedro, é filósofo, mestre e doutor em educação e professor do departamento de teologia e ciências da religião da PUC-SP. Nossos colunistas: Olivia Bernardes, mãe de Clara, Miguel e Francisco, é idealizadora e coordenadora do Curso Marinheira de Primeira Claudia Visoni, mãe de Alex e Julieta, é jornalista e fundadora da empresa Conectar. Claudia Vidigal, mãe de Pedro e Thomaz, é psicóloga e sócia-fundadora do programa "Fazendo Minha História", que acompanha 500 crianças que vivem em abrigos. Adriana Salles, mãe de Gabriel e Olívia e madrasta de Eduardo, Juliana e Isabella, é administradora de empresas e sócia-diretora da Assessoria Esportiva Projeto Mulher. Luiza Olivetto, mãe de Homero, é artista plástica. Dr. Roger Abdelmassih, pai de Soraya, Vicente, Juliana, Mirella e Karime, é especialista em reprodução humana. Juliana Cádiz, mãe de olivia, é relações-públicas. Patrícia Broggi, Mãe de Luca e Tiago, é jornalista. 

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Treinamento Jedi: Nathan em 3D

Uma tentativa de ver o rostinho do Nathan em 3D associado em mais um vídeo empolgado.


Abaixo, versão do You tube se o blogger estiver sentimental




domingo, 16 de novembro de 2008

Barriguinha de 24 semanas: a lenda é verdadeira!

Já viram aquela história de que grávidas são lindas. Bom, eu não sei sobre as outras, mas essa gravidinha esta cada dia mais linda. Ela diz que eu sou "puxa saco" , que não vale, que isso, que aquilo... Felizmente nascemos na era da tecnologia que não me deixa mentir... Ó pá i Ó: