quinta-feira, 2 de abril de 2009

Papo Sério: tem dia que a gente senta pra conversar




Há momentos que precisamos conversar. Não precisa de assuntos definidos ou a justificativa de grandes decisões. Precisamos apenas conversar. O papo pode rolar solto sem muito rumo. Que possamos dar risada da discórdia ou da concórdia. Esta fase ainda é boa. Eu falo muito, eu sei, mas ele ainda é novo demais ou tem paciência com seu pai pra ouvir

Tá certo que, vez em quando a cabeça cansa. Acho que ele não está "boring" apenas não há um desenvolvimento pleno da musculatura pra aguentar com a cabeça erguida um longo discurso. Ainda bem que Nat não é filho de Fidel...
No final, a gente se olha... se entende e bem... descansa. Afinal, tem hora pra tudo.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Seção de Fotos

Sabe aquele lance de album de família, album do bebê, album do seu contato imediato de terceiro grau com os E.T's de Alfa centauro. Apesar da importância absoluta destas fotos que são grandes referências de nossa história. Sempre existe aquele lance de organizar as fotos e mantê-las em belos, grandes e espaçosos book's. Bem, não descartamos esta tradição na forma de papel fotografia e "revelação"; mas, sempre antenados nas "mudernidades" (com "u" mesmo pra dar aquele ar "rurar"), fizemos um novo blog-album que vai guardar nossos fotos ao longo de nossa passagem. Quem sabe um dia, nossos bisnetos e tataranetos resolvam olhar os mainframes da antiga tecnologia denominada "internet" e achem mais este registro pra referenciar suas raízes de família.


Clique na foto abaixo ou no link ou ainda-de forma permanente- lá no menu horizontal que fica no topo desta página, há uma "orelhinha" escrito FOTOS que irá direto a Seção de fotos. Pra explicar, como o blog de fotos é uma continuação ou parte do "Coisas lá de casa" (este blog) o "Seção" ficou com "ç".


Bom, vamos carregar vocês a nossas imagens.




Beijão




Família Vidal Willer


http://historiaemimagens.blogspot.com

domingo, 15 de março de 2009

Sete motivos para o choro do bebê, e o que fazer para acalmá-lo

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
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Por que os bebês choram?
O bebê não pára de chorar. O que fazer?
Por que os bebês choram?


Todo bebê chora. Eles não têm outra saída. Até bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Como não podem fazer nada sozinhos, os bebês precisam dos outros para conseguir a comida, o calor e o conforto de que precisam.

Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar essas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você e seu companheiro vão começar a distinguir um pouco melhor cada choro do bebê, e farão o que ele quer mais rápido -- o que deve representar menos choradeira.

À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos e até sorriem. Tudo isso reduz a necessidade de choro. Os motivos mais comuns para o chororô dos bebês estão na lista abaixo. Se seu bebê não pára de chorar, experimente ir seguindo a lista item a item. Mesmo que nada dê certo, você vai ficar mais tranquila de saber que fez tudo o que podia para consolar seu filho.

• Preciso comer

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome. Isso só não acontece no primeiro ou no segundo dia depois do nascimento, pois nessa fase há crianças que quase não se alimentam. Se você está amamentando, percebe isso fácil, pois o colostro, aquele riquíssimo primeiro leite, é produzido em quantidades pequenas. O leite mesmo só "desce" por volta do terceiro dia. O recém-nascido tem o estômago pequeno, que não aguenta uma quantidade muito grande de leite.

Assim, se o bebê chorar, tente oferecer leite. Pode ser que ele não pare de chorar na hora, mas deixe-o mamar. Conforme o estômago dele for se enchendo, ele deve se acalmar. Caso o bebê já esteja de barriga cheia e continue chorando, talvez esteja querendo dizer a próxima coisa da lista.

• Preciso ficar mais confortável

Com toda razão, os bebês reclamam se a roupa está apertada demais ou se estão com a fralda suja de cocô. Há bebês que não estão nem aí se a fralda está com cocô -- é um quentinho gostoso --, e há outros que querem ser trocados na hora, principalmente se estiverem com a pele irritada. Verifique a fralda do seu filho e troque-a, se necessário. Talvez isso resolva o choro, portanto sempre vale a pena tentar.

Aproveite para olhar se não tem nenhuma roupa apertando demais ou alguma outra coisa incomodando, como um fio de cabelo seu enrolado nos dedinhos dele.

• Preciso ficar na temperatura ideal -- nem quente demais nem frio demais

Certos recém-nascidos detestam ficar pelados para a troca ou para o banho. Não estão acostumados a sentir o contato do ar com a pele e preferem ficar de roupa. Se seu bebê for um desses, você logo vai aprender a trocar a fralda em velocidade recorde, para acabar com as reclamações.

Tome cuidado para não exagerar nas roupas, senão a criança vai ficar com calor. Uma regra simples é deixar o bebê com um pouco mais de roupa que a sua: se você está de short e camiseta, pode colocar um macacãozinho comprido de algodão sem nada por baixo. Se você está de calça comprida e blusa de manga comprida, ponha nele um macacão com body e "mijão" por baixo.

Um bom jeito de verificar a temperatura do bebê é sentir a barriga dele. Se ela estiver quente e suando, tire um pouco de roupa. Se ela estiver fria, agasalhe-o mais. Não vá pelas mãos e pelos pés, porque eles tendem a ficar mais frios que o resto do corpo.

Cuidado para não exagerar nos cobertores na hora de dormir. O melhor é colocar uma mantinha embaixo das axilas do bebê, para não correr o risco de ele se enrolar nas cobertas.

• Preciso de colo

Há bebês que precisam de mais colo para se sentir seguros. Crianças um pouco mais velhas já se acalmam só de ver você no quarto ou ouvir sua voz, mas os pequenininhos precisam do contato físico. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Muita gente tem medo de "estragar" o bebê se der colo demais, mas nos primeiros meses de vida isso não acontece. As crianças são diferentes entre si: algumas não precisam de tanto contato físico, e outras querem ficar no colo quase o tempo todo. Se seu filho for da turma do colinho, você pode usar outras estratégias, como o canguru ou o sling (uma espécie de rede), que mantêm o bebê perto de você mas liberam suas mãos para fazer outras coisas.

• Preciso descansar

Seria ótimo se os bebês simplesmente fechassem os olhos e dormissem sempre que estivessem cansados, mas muitas vezes eles não conseguem fazer isso. Pode ser por agitação -- um dia cheio de visitas e atividades pode deixar o recém-nascido muito excitado, e ele tem dificuldade para "desligar". O excesso de estímulo -- luzes, barulho, passar de colo em colo -- pode deixar o recém-nascido inquieto, e é isso o que muitos pais percebem.

O bebê fica difícil no fim do dia, ou quando a casa está cheia. Talvez o bebê esteja só dizendo: "Chega". Experimente levá-lo para um lugar calmo, reduzindo o nível de estímulo. Pode ser que ele ainda chore mais um pouco, mas que depois finalmente se tranquilize e durma.

• Preciso me sentir melhor

Se você já deu de mamar, já verificou se ele está confortável, e mesmo assim seu filho continua chorando, é inevitável começar a pensar que talvez ele esteja com alguma dor. Para pais de primeira viagem é especialmente difícil saber se a criança fica insatisfeita com frequência só por temperamento (o que acontece com algumas delas, já que leva mais tempo para elas se adaptarem à vida fora do útero) ou se há algo de errado.

Quando o bebê está com alguma dor, ele chora num tom diferente do choro normal -- pode ser um choro mais desesperado, ou mais gritado. Por outro lado, para um bebê que chora bastante por natureza, o silêncio é que pode ser o sinal de que há algo errado.

O mais importante é lembrar que você conhece o seu filho melhor que qualquer outra pessoa. Se você sentir que há alguma coisa errada, dê uma ligada para o médico. Profissionais de saúde podem tranquilizar você sobre o choro, para que você tenha certeza de que a causa não é física.

Sempre procure o médico se o bebê tiver dificuldade para respirar enquanto chora, ou se o choro for acompanhado de vômitos, diarréia ou prisão de ventre muito prolongada. Para mais orientações, consulte nosso texto sobre quando procurar o médico.

• Preciso de alguma coisa... mas não sei o quê

Haverá ocasiões em que você não vai conseguir descobrir o que está fazendo o bebê chorar. Muitos recém-nascidos passam por períodos de inquietação, e são difíceis de acalmar. A choradeira pode durar alguns minutos ou então horas a fio. O quadro de choro constante e inconsolável às vezes recebe o nome de cólica.

Oficialmente, a cólica é definida pelo choro inconsolável por pelo menos três horas ao dia, e que aconteça pelo menos três vezes por semana. É muito difícil lidar com um bebê com cólica. A família inteira sofre e fica estressada. Se você conseguir, tente se concentrar no fato de que isso vai passar.

A maioria dos bebês supera a cólica por volta dos 3 meses. Para mais idéias, leia nossas estratégias sobre como lidar com a cólica.

O bebê não pára de chorar. O que fazer?
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Você pode tentar algumas técnicas para consolar seu filho. Nem todas funcionam com todos os bebês, por isso, conforme você for se familiarizando com seu filho, vai perceber qual combina mais com a personalidade dele.

• Segure o bebê bem perto de você, no colo, e tente enrolá-lo numa manta

Os recém-nascidos gostam de se sentir apertadinhos, como estavam dentro do útero, o que lhes dá segurança. Você pode experimentar enrolar o bebê numa manta leve e ver se ele gosta, sem apertar muito. O contato físico, no colo, principalmente se o bebê conseguir ouvir seu coração, costuma ajudar -- e você provavelmente fará isso por instinto.

Há crianças, porém, que não gostam de ficar enroladas na manta, e que preferem outras formas de reconforto, como o balanço ou a música.

• Ache um ritmo constante

Dentro do útero, o bebê ouvia os batimentos do coração da mãe. Depois que nascem, continuam gostando de ficar no colo, perto do som conhecido. Mas dá para tentar encontrar outros sons repetitivos e regulares como as batidas do coração, que tenham um efeito calmante. Às vezes, um ambiente mais barulhento, como o meio de uma conversa animada, acalma o bebê, por incrível que pareça.

• Nine o bebê

A maioria dos bebês adora ser ninado, com um leve balanço, e o seu tem grandes chances de gostar também. Pode ser caminhando com ele no colo ou sentada na cadeira de balanço. O carro também costuma ter um efeito relaxante. Grande parte dos bebês dorme com o balanço do carro.

Mas guarde essa alternativa para último recurso -- não vai ser muito agradável ter de sair de carro todas as noites. Evite condicionar o sono ao ato de ninar.

• Tente fazer uma massagem

Fazer uma massagem suave ou acariciar as costas ou a barriga do bebê pode ajudar a acalmá-lo. Se seu filho parece estar sofrendo de gases, tente colocá-lo para mamar numa posição mais ereta, e não deixe de fazê-lo arrotar depois. Você pode também fazer o movimento de "bicicleta" nas perninhas do bebê, para ajudá-lo a soltar os gases que o incomodam.

• Deixe-o chupar alguma coisa

Certos recém-nascidos têm uma necessidade muito grande de sugar alguma coisa, e chupar uma chupeta ou o dedo pode ser bem reconfortante. Esse tipo de sucção torna os batimentos cardíacos do bebê mais regulares, relaxa o sistema digestivo dele e o ajuda a se acalmar.

• Não exija muito de si mesma

Um bebê que passa o tempo todo chorando não está se prejudicando, mas com certeza está descabelando a família inteira (e os vizinhos também). Se seu filho continua infeliz, mesmo com todos os esforços para acalmá-lo, talvez você acabe se sentindo rejeitada.

Quando esse tipo de situação acontece, os pais costumam se culpar, atribuindo o choro incessante a sua incompetência como pais, mas quase nunca essa é a causa. Se você sabe que seu bebê está alimentado e confortável e que ele não está doente, e se já tentou de tudo, mas nada adiantou, é melhor dar um tempo e pensar um pouco em você -- senão fica difícil de aguentar. Veja algumas sugestões:

• Respire fundo.

• Se ajudar, use um fone de ouvido e ouça um pouco de música.

• Peça ajuda para uma amiga ou um parente. Deixe seu companheiro ou a avó assumirem os cuidados com o bebê, para você descansar um pouco a cabeça, nem que seja só enquanto toma um bom banho, com o rádio ligado para não ouvir o choro.

• Tenha sempre em mente que não há nada de errado com o bebê, e que o choro não vai prejudicá-lo. Pode ser que você fique bem mais tranquila se aceitar que seu filho chora bastante e ponto. É o temperamento dele. Pelo menos assim não precisará ficar maluca procurando os motivos do choro, nem se culpar, nem tentar mil e uma estratégias que nunca funcionam.

• Lembre: é só uma fase, e vai passar.

Já é difícil ter um recém-nascido em casa. Ter em casa um recém-nascido que não pára de chorar é mais difícil ainda. Aceite a ajuda das pessoas, em vez de deixar a situação ir piorando. E console-se com o fato de que a cada dia que passa seu bebê cresce, e aprende novas formas de se comunicar com você. Aos poucos, o chororô vai passar.


quinta-feira, 12 de março de 2009

Primeiras Vacinas: me agulharam o dia inteiro!

Este dia foi de lutas e sacrifícios ao pequeno Nat. De manhã, agulhadas no seu pé extraindo "litros" de sangue (o famoso teste do pezinho) a tarde a BCG e a VHB. Depois de muito choro, o garoto enfrentou com dignidade. Tá certo que não terminou com o rigor de um gentleman, mas ele merecia. Vejam o vídeo e vocês vão entender.

domingo, 8 de março de 2009

Mais uma super produção da família Vidal Willer: o nascimento de Nathan!

A idéia de ter uma câmara de qualidade e com grande capacidade de edição, se deu por esse motivo: filmar o nascimento do nosso primeiro filho! Esta pequena grande aventura esta ai, em um filminho feito com muito amor e que mostra um dos maiores se não o mais grandioso momento de nossas vidas: a chegada de Nathan.



Um beijão a todos os nosso familiares, amigos e colaboradores que permitiram este momento.



Família Vidal Willer




segunda-feira, 2 de março de 2009

Nathan Nasceu!!! Bem vindo ao teatro de seu sucesso.

Sim! Se somos atores neste complexo cenário chamado Terra, nasce um grande protagonista: nosso amado filho Nathan Vidal Willer. Serás grande não por causa de tuas conquistas ou pelo que irás deixar neste nosso mundo durante tua existência. Serás grande pois tu és produto de um amor infinito e de famílias que desejaram tua presença antes mesmo de tua concepção.
Agora, terás a oportunidade de banhar-se no conhecimento de toda a história de civilizações que nos precederam e construíram o que somos: de bom ou mau. Somos o resultado de nossas escolhas, lição prima que aprenderás sob a tutela de teus pais que te amam.



Meu primeiro banho


Nós temos agora uma missão em nome da graça de nosso pai supremo: guiar-te entre a luz e as trevas que nos cercam para evoluir sob o amor e aprender com teus erros, acertos e reflexões.

Papai inebriado

Desafios e oportunidades serão uma constante em sua vida. Neste momento, meu filho, é bom saber que temos nossos castelos de proteção.

Merecido descanso

Nosso maior castelo, aprenderás, é nossa família. O maior exemplo de amor incondicional e perseverança absoluta para que possamos atingir a felicidade.

Abençoando-te, os braços de sua mãe e as graças de tuas
madrinhas e vovós.



Olha a vovó Rose. Um sorriso só ao seu primeiro
neto

Em breve estarei em casa: acondicionado em meu cockpit



Vovô Augusto e vovó Rosa me corujando




Sempre e sempre poderás optar por se alimentar das fontem em possibilidades infinitas que irão te rodear. No entanto, em tua mente deves consolidar, entre os que te amam- e somos muitos- e que encontrarás a nutrição constante de teu espírito.

Nascido e com fome de viver ...



...e que fome
Cheguei!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Os finalmentes...

Então estamos chegando à 40ª semana! Na quarta-feira fomos nós dois, futuros pais, felizes à última UltraSonografia do Nathan e, para nossa surpresa, ele estava com 3,9Kg! O leitor dirá : -É, mas o exame tem uma margem de erro que pode ser para mais! E eu digo: - Mas pode ser pra menos também – e nesse caso ele pode ter mais de 4Kg, já pensou?!

Bem, fato é que com o resultado do exame em mãos, fizemos a seguinte e simples conta: No exame anterior, em 27/01, o Nathan estava com 2,7Kg e agora, em 26/02 com 3,9Kg. Em 4 semanas ele ganhou cerca de 1,2Kg, o que dá 0,3Kg por semana! Continuando o raciocínio: Caramba, ele está muito grande e ainda temos potenciais duas semanas para esperar até ele nascer por conta própria (O limite é de 42 semanas)! Se ele continuar crescendo nesse ritmo, e usar todo o tempo que ele tem ‘direito’ de ficar na barriga ele terá quase 5Kg ao nascer!

Após a conclusão acima, confesso que a minha convicção de ter na memória o acontecimento daquela cena clichê da bolsa arrebentando e correndo pro hospital pra ter um lindo bebê (que mesmo com todos os recursos disponíveis) nasceu como manda a natureza, começou a parecer meio besta. Mas daí pensei: Ok, amanhã é a consulta com a Gineco e ela vai me dizer o que devo fazer!

Na 5ª fomos à gineco. Examina pra lá e pra cá e o que ela tinha pra me dizer era que tá tudo normal, não há o menor sinal de início de trabalho de parto e o Nathan tá grande! Pensei comigo: Dãã! Isso eu já sabia! Continuando a conversa, ela disse que poderíamos marcar cesárea ou que se eu quisesse esperar mais um pouco pra ver se dá pra ser parto normal, sem problemas também!Como podem ver, não ajudou muito! Mas respirei fundo, refiz as contas que estão aí pra cima e disse: Então vamos marcar a cesárea!

Confesso que essa foi uma decisão bem desconfortável e que mesmo depois de chegar em casa ainda sentia uma coisa estranha. Depois de pensar sobre o que está acontecendo e das grandes mudanças que virão a partir da semana que vem, concluí que afinal essa foi a primeira vez que tive que tomar uma decisão sobre uma vida que não é a minha, mas que estará, pelos próximos anos, sob minha responsabilidade e que, inevitavelmente, isso ainda acontecerá muitas outras vezes!

A partir daí, decidi que o melhor que tenho a fazer para esperar a chegada do meu filhote é checar se em casa está tudo certo para não precisarmos fazer compras pelos próximos dias; se todos apetrechos para o Nathan estão à mão e devidamente limpos, esterilizados e organizados; deixar uma comidinha leve pronta na geladeira para a volta do hospital; avisar a empregada; tirar umas últimas fotos para recordação e outras coisas que eu puder lembrar e que comporão mais uma das minhas inúmeras listinhas...É, muitas coisas estão prestes a mudar, outras não... Acho que a próxima postagem já contará com uma fotinha do nosso pequeno...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

10 razões para ligar para o pediatra... já!


Mamãe, papai, tios(as), vovôs(ós);

Hoje, 14 de outubro de 2008, ainda estamos na 20ª semana. Ainda assim, como uma máquina do tempo, este post vai aparecer no dia 15 de fevereiro de 2009. O Nathan já deve estar para nascer. Assim, fica um interessante artigo para todos lerem. Nesta época é provável que todos vocês estejam com o telefone do pediatra do nosso bebê.


Beijão a todos
10 razões para ligar para o pediatra... já!
(Pesquisado a partir do periódico Pais e Filhos - outubro de 2008)

por Por ROSEMARY BLACK, da Parents. Tradução de Juliana Delleva Cadiz, Mãe de Olivia.

Seu filho está mal a ponto de justificar uma ligação de madrugada? A gente defende que tem de ligar sempre. Só o pediatra pode dizer se é sério ou não
Uma noite, minha filha Madeline, de 4 anos, fez xixi cor-de-rosa. Lembrei na hora de um artigo sobre problemas renais graves, entrei em pânico e liguei para a pediatra. Para meu alívio, ela retornou minha ligação e perguntou se minha filha havia bebido algum líquido vermelho nas últimas horas. Bingo! Minha filha tinha tomado várias caixinhas de suco de frutas vermelhas. Apesar de ter ficado tranqüila, tive vergonha – mas a pediatra deve ter dado muita risada.

Decidir quando um mal-estar justifica ligar para o médico de madrugada pode ser complicado. Você não quer parecer hipocondríaco, mas também não pode bobear. Se estiver preocupado, o melhor é ligar e pronto. Sempre. Não precisa nem pensar duas vezes. A idéia não é tentar resolver o problema pelo telefone, claro. Em uma emergência, seu filho vai precisar ser visto pelo médico e, se não for possível, o pediatra deve encaminhá-lo a um pronto-socorro e pedir ao colega de plantão que depois fale com ele.

1. Febre em recém-nascido
Se seu bebê tem menos de 2 meses e o termômetro acusa 38°C ou acima disso, ele pode estar mais doente do que parece. Mas há uma exceção: é comum a criança ter febre baixa até 36 horas após tomar alguma vacina. Recém-nascidos podem desenvolver rapidamente uma grave infecção bacteriana sem apresentar sintomas óbvios, porque seu sistema imunológico ainda é imaturo, diz a pediatra Sue Hubbard, de Dallas. A gente pode achar que não passa de um simples resfriado, só que resfriados normalmente não causam febre nessa idade... Se você ligar dizendo que seu recém-nascido está com febre, um bom médico vai querer ver a criança o mais rapidamente possível. Caso a emergência aconteça altas horas da noite, ele provavelmente pedirá que você leve a criança ao pronto-socorro. Agora, se a criança está com febre durante o dia, ligue logo. Não espere a madrugada para isso.

2. Tosse persistente
Quando a criança começa a tossir sem parar ou fica ofegante, pode ser um ataque de asma. “Uma doença viral pode causar sintomas asmáticos“, diz a doutora Mary Ellen Renna, pediatra em Woodbury, Nova York. Claro que, se o médico já diagnosticou seu filho como asmático, você deve ter um inalador ou vaporizador em casa, básico. Caso você já tenha medicado a criança e, mesmo assim, a tosse não parar dentro de 20 a 30 minutos, é preciso ligar para o médico. Se seu filho acordar com uma tosse que parece algo como uma foca latindo, pode ser broncoespasmo ou tosse aguda (tipo "laringite"). Ligue o chuveiro quente, para fazer vapor. Se ela continuar a tossir, ar fresco pode ajudar. Se não melhorar, procure o médico. Mas você deve ligar para o médico já se seu filho mostrar dificuldade para respirar. Costelas repuxando a cada respiração e grunhidos ao tentar tomar o ar são sinais de angústia respiratória. Se a criança começa a ficar azul, não precisa nem dizer: chame a ambulância.

3. Erupção cutânea com pontinhos vermelhos e febre
Se seu filho está com uma irritação com pontinhos vermelhos, e se também tiver febre, pode ser sinal de uma séria infecção bacteriana, como meningite. Esses pontos, chamados petéquias, permanecem vermelhos mesmo quando você pressiona a pele para baixo. Outras erupções tendem a tornar-se pálidas por um momento quando você empurra pra baixo e, depois, voltam à cor anterior. Uma criança também pode ter petéquias mesmo sem ter febre, depois de episódios intensos de tosse e vômitos ou mesmo se fizer força ao evacuar. Nesses casos, as irritações são causadas por vasos capilares rompidos. Você deve ligar para o médico logo pela manhã.

4. Vômito Persistente
Se seu filho continua vomitando, mesmo quando não há mais nada no estômago, pode ser sintoma de males que vão de uma intoxicação alimentar até anomalias congênitas no aparelho digestivo. Ligue imediatamente para o médico se houver sangue no vômito ou se a criança parece desorientada. Outra situação de emergência é o bebê vomitar em jato, com coloração amarelo-esverdeado, o que pode ser um sintoma de estenose hipertrófica do piloro, uma anomalia congênita que requer cirurgia.

5. Dificuldade de se mover
Se a criança tem uma febre repentina e não consegue ficar numa perna só, pode estar com uma infecção grave no joelho ou em uma junta do quadril. “O paciente tem de ser avaliado rapidamente, porque o contágio pode destruir a junta", diz o pediatra Lewis Krata, do Saint Vincent’s Catholic Medical Center, em Nova York. Se seu filho não consegue mover o pulso, a perna ou o ombro, pode ser caso de fratura. Ligue para o médico e vá ao pronto-socorro fazer raio-X. Caso a criança tenha menos de 2 anos, leve-a ao médico na hora.

6. Galo na cabeça
Se seu filho bater a cabeça e ficar inconsciente, chame uma ambulância. Com
o socorro a caminho, ligue para o pediatra. A dúvida vem quando a criança cai e não desmaia, embora chore bastante. Se ela vomitar mais de uma vez, parecer sonolenta ou desorientada, e caso você note um líquido claro saindo de seu nariz ou orelha, telefone para o médico na hora. Você deve examinar a cabeça do seu filho: embora um calombo grande na testa possa assustar, é mais grave se ele bater a lateral da cabeça. Se notar alguma irregularidade no crânio, pode ser sinal de fratura.

7. Fezes estranhas
Se o cocô do seu bebê apresentar coloração e consistência parecida com geléia de uva ou groselha, pode ser sintoma de um problema conhecido como intussuscepção, em que o intestino do bebê sofre uma torção e fica obstruído. Já diarréia com sangue pode ser sinal de intoxicação alimentar ou gastrenterite bacteriana. O pediatra pede exames para identificar a bactéria responsável ou a presença de parasitas.

8. Pálpebras inchadas
É comum que o olho da criança inche caso seja mordida por inseto ou entre em contato com urtiga, mas, se seu filho tiver febre, ele pode ter celulite orbital, uma infecção grave dos seios da face que se estende para a parte do crânio na qual o olho repousa. O olho é empurrado para frente, paralisando os músculos oculares e impedindo a movimentação. A criança precisa ser atendida com urgência e internada.

9. Dor abdominal por mais de duas horas
Se a dor piora quando seu filho pula ou quando se move na cama, pode ser apendicite, que faz com que o tecido da barriga da criança fique inflamado. Muitas vezes, a dor omeça ao redor do umbigo e se estende até o lado inferior direito.

10. Dor de cotovelo
Sabe aquela situação em que você puxa a criança para um lado e ela vai para o outro? Isso pode fazer com que o rádio (um dos ossos do antebraço) se desloque. O braço fica pendurado, e a criança, óbvio, recusa-se a movê-lo. O problema, conhecido como “cotovelo de babá”, por ser mais comum nos menorzinhos, pode ocorrer em crianças de até 6 anos. É essencial ligar para o médico antes de o cotovelo inchar, para que ele possa colocar o cotovelo no lugar.






Quando dá para esperar amanhecer

Nas situações abaixo você pode deixar o seu pediatra dormir e ligar no dia seguinte

– Febre em crianças de 3 anos ou mais
Febre não é doença, mas sintoma – e não, não causa danos ao cérebro. Em tese, seria possível esperar, mas a gente repete: se você ficar preocupado, ligue assim mesmo. E não deixe de ligar imediatamente se seu filho estiver letárgico e não der nem mesmo um sorriso.

– Um pouco de sangue nas fezes
Se seu filho esteve constipado, ele pode ter tido uma pequena fissura anal que causou o sangramento. Isso também é comum em bebês que começaram a ingerir comidas sólidas.

– Olhos remelentos
Conjuntivite é particularmente comum quando a criança tem um resfriado. “Marque uma consulta para o dia seguinte”, diz o doutor Brown. Crianças menores de 2 anos podem também apresentar remelas nos olhos ao ter uma infecção de ouvido.

– Uma irritação que coça
Poderia ser urticária (parece com uma mordida de mosquito mais levantada, com manchas vermelhas redondas em torno dela), eczema (pele vermelha e escamosa) ou dermatite de contato (bolhas vermelhas).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Meias e mais meias: jeito Sarah Jessica Parker da vovó Rose Marie

Estava a pensar sobre alguns presentes, ou melhor, uma sequência de presentes que o Nat ganhou e um destes me intrigou ante a uma âmbito de possibilidade de tese de psicologia. Quando vi o pequeno possuia cerca de 15 pares de meias advindos da mesma fonte. Pensei (não encarem como inveja, por favor): "nem eu tenho tanta meia e meu pé não vai crescer mais"!!! Aí resolvi realizar uma pesquisa de campo para desvendar o que se passa na mente de vovó Rose Marie para presentear seu primeiro neto com tanta meia. Descobri uma certa obcessão por sapatos - aquela coisa meio Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker em Sex in the city)- que foi transferida para o menino. Bom, tá ai a coleção de meinhas do Nathan. Bonitinho, não.

Valeu vovó!!!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Canções de ninar: a corujinha

A gente estuda pra vestibular, passa. Provas e mais provas... estuda, estuda... namoro começa e termina a gente ri e chora em momentos que permanecerão para sempre...

- Por favor, DEUS, me arruma um estágio...

Estágio, bolsa, somos o máximo. Trabalha, estuda, trabalha, estuda... bóra estagiário... alimente os macacos que foram treinados para ir a lua e não toque em nada...

Distribui currículo, tenta outro estágio, faz prova pra mestrado... passei? Será? E se não... E se sim...

Trabalho, salário... mundo adulto pleno. Compra casa, compra carro, sou responsável; o que fiz, o que deixei de fazer. Fiz muito em minha existência; joguei minha vida fora... Alegria, vastidão ou crises. Somos o produto de tudo isso.

Ai vem o momento sublime de nossa existência: nosso filho. Como vou contar pra ele sobre tudo isso que a gente passou? Como conduzi-lo ao nosso existencial social e ao mesmo tempo mostrar que tudo isso é importante mas não é o mais "importante". Que ele é um exemplo claro do que é um motivo a felicidade como conceito e não mero momento.

Mudando um pouco o rumo da prosa. Ultimamente a gente ouve músicas e mais músicas buscando os primeiros repertórios para o Nathan. Pra sorte ou para o azar dele quem escolhe esta lista serão os pais dele. Pra falar a verdade, o que nos tem encantado é o que nós ouvimos quando éramos crianças-verdade, puxamos sardinha para o nosso lado- aí vem: arca de Noé, os saltibancos, plunct, plact, zoom; etc e tal.

De certa forma, confesso que ao ouvir estas músicas, depois de décadas é muito emocionante e nos traz sentimentos muito bons. A gente sente uma contração diferente no peito. Tem um embargo que nos flagramos, olhando para os lados pra manter nossa fama de "fortes".


Segue um vídeo que achamos no you tube (grande instrumental pra gente recordar nossos momentos). Gosto de pensar em uma das musiquinhas que vamos cantar para ninar o Nathan antes dele se entregar aos "braços de Morpheu".

Bração a todos...